4 de agosto de 2015

RÁDIO É CONVERSA AO PÉ DO OUVIDO


Edwin H. Armstrong (inventor da frequência FM, 1933)

O rádio continua imbatível em termos de velocidade da informação, da produção (em casos de spots simples) e de intimidade com o consumidor. O rádio ainda é o meio de comunicação de massa mais ágil, pois basta que um repórter coloque um telefone celular diante de um entrevistado para que esse sinal seja recebido na emissora e retransmitido instantaneamente. Publicitariamente, idem. (...)

Um spot é uma peça criada exclusivamente para veiculação em rádio. (...) Mas a força da comunicação reside na palavra falada. (...) Spots podem ser falados pelo locutor diretamente ao ouvinte, ser dialogados ou ainda representar uma situação, uma narrativa que envolve o ouvinte, arrastando-o para dentro de uma história. (...) Evite excesso de adjetivos e tenha em mente que seu texto deve atravessar uma imensa barreira de ruídos entre o falante do rádio e a mente do consumidor. Ao criar para o rádio, lembre-se de dar o máximo de indicação de locução e ambientação que você deseja que apareçam no spot. O redator deve guiar o trabalho da produtora. (...)

Rádio é conversa ao pé do ouvido.

Celso Figueiredo (Redação Publicitária; Sedução pela Palavra; págs; 114, 117 e 118)

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