29 de abril de 2014

FILOSOFIA DO GOOGLE

Nunca se contente com o melhor.

01: Concentre-se no usuário e tudo o mais virá.
02: É melhor fazer algo realmente bom.
03: Rápido é melhor que devagar.
04: Democracia funciona na web.
05: Você não precisa estar em sua escrivaninha para precisar de uma resposta.
06: É possível fazer dinheiro sem fazer o mal.
07: Sempre haverá mais informações.
08: A busca por informações cruza todas as fronteiras.
09: É possível ser sério sem usar terno.
10: Excelente ainda não é o suficiente.


Fonte: "Administração de Marketing" (Philip Kotler e Kevin L. Keller)

28 de abril de 2014

VIVER É ARRISCADO

Por: Diego Cosmo

Viver é arriscado não somente pelo fato da vida ser contingencial, por estarmos sempre a mercê de algum desastre sem amparo divino, não é porque a vida te sacaneia e abraça ao mesmo tempo, não... Viver é arriscado porque para se viver temos que ir além dessa dita existência, é ir além do que já nos está exposto invariavelmente desde que nascemos.

Viver é uma decisão. É se casar com o risco. É embarcar no perigo das afetividades, é arriscar confiar, até em quem não te deu motivos pra isso, é optar por aquela esperança cansada de quem diz te amar, é acreditar que no final das contas as coisas, de alguma forma, darão certo, é abraçar a caminhada no lugar do fim, até porque o que tem que dar certo é a caminhada, já o fim, esse será incerto até o fim. Não é possível viver grandes momentos sem se permitir pagar o preço da eternidade.

27 de abril de 2014

10 DICAS PARA APRESENTAÇÕES

01: Use mais gestos, ocupe seu espaço.
Muitos palestrantes têm medo de ocupar muito espaço no palco. Na realidade, seu público espera que você se movimente, interaja. Afinal, você está lá para chamar a atenção para o que está dizendo. Outro caso grave é segurar os dedos, já que esse gesto passa a nítida impressão de nervosismo ou insegurança.

02: Fale com propriedade e energia.
Entre 80% e 90% dos palestrantes que observamos não falam com a energia necessária, o que transmite falta de desenvoltura, de interesse e de entusiasmo. Fale com mais empolgação, apresente com paixão. Você chamará muito mais a atenção e ganhará mais confiança e carisma com o público.

03: Prepare bem seu material de pesquisa.
É fato: muitos apresentadores não se preparam efetivamente para mostrar seus projetos.  Pesquisar bastante o deixa mais confiante para defender as suas ideias e preparado para as possíveis perguntas dos espectadores. As boas ideias geralmente aparecem enquanto você está fazendo outras coisas, então faça um rascunho, revise-o, faça a edição até que sua apresentação fique perfeitamente alinhada com o que você pensa e quer transmitir.

Conheça profundamente o conteúdo sobre o qual discutirá. Assim, você não lembrará de buscar o apoio dos slides.

04: Pratique o suficiente.
Não praticar suas falas é um dos maiores erros que você pode cometer. Porta-vozes experientes sempre ensaiam suas apresentações para uma audiência confiável, como amigos e familiares, antes do dia da apresentação. Lá, eles simulam o ambiente de sua apresentação usando um projetor e os gestos que aumentarão consideravelmente a possibilidade de tornar sua apresentação memorável.

05: Foque  no fator humano.
Se sua fala é baseada em números em vez de uma história humana contada através de dados, você está em apuros. Na edição de junho de 2013 da revista Fast Company, a COO da Guide, Leslie Bradshaw, concedeu uma entrevista sobre Big Data e disse que  “a arte está na preparação de conteúdo para o consumo ideal". 

Os dados não falam por si. Você os coleta, analisa e conta histórias. Pense em um iceberg. Debaixo da linha da água estão o armazenamento e análise de dados. Esses são os seus engenheiros e cientistas. Lá em cima é a interface. É tanto literal, quanto a narrativa. Tudo começa com as ciências mais complexas, a matemática e as análises, mas acaba com o mais surpreendente: a sua forma de contar a história".

06: Não tenha medo de correr riscos.
Muitos apresentadores evitam correr riscos. Não correr risco também é um risco. Quando o conteúdo da apresentação é muito seguro, ele normalmente é tido como chato. A habilidade mais importante que um microfone vai lhe proporcionar é exatamente a de chamar a atenção. Você pode mesmo se dar ao luxo de evitar riscos?

07: Não queira ser perfeito.
Isso vai parecer muito contra-intuitivo para muitos apresentadores jovens, mas você deve encontrar maneiras de mostrar vulnerabilidade, se você quiser passar credibilidade. Se você está tentando parecer perfeito, o público mais experiente vai perceber e se tornar ainda mais desconfiado. Conte histórias sobre momentos em que você cometeu erros e depois revele o que você aprendeu.

Na palestra de Brene Brown sobre Vulnerabilidade, no TED, ela afirma que "a definição original de coragem, quando foi trazida para a língua Inglesa – a palavra vem do Latin “cor”, que significa coração –  era contar a história de quem você realmente é do fundo do coração... simplesmente, a coragem de ser imperfeito.”

08: Se divirta, não force formalidade.
Muitos oradores tendem a ser muito sérios e formais. Se você conseguir trazer mais da sua naturalidade, seu estilo informal em suas apresentações, você será mais autêntico e engajador. A formalidade forçada e profissionalismo muito rígido tendem a render respeito, mas isso é algo que só tem importância com pessoas que desejam passar mais tempo com você. 

Respeite o profissionalismo do público, mas se relacione com eles com sua humanidade informal. Isso faz com que você mostre que é igual a eles e transmitirá mais confiança. Se você não está se divertindo, então não está fazendo a coisa certa.

09: Saiba o que é relevante.
Embora seja sempre melhor ter mais material do que necessário, é preciso saber também o que cortar se seu tempo de apresentação não for suficiente. É muito comum ver palestrantes  se preocupando demais em mostrar todo seu conteúdo sem se preocupar com o tempo limite da palestra. Isso é inadmissível. 

Para estimar quanto tempo você precisa para sua apresentação, pratique em voz alta e cronometre. Programe-se para que seu discurso ocupe entre 25% a 50% do seu tempo. É nessa hora que o orador consegue expandir mais as suas idéias, já que sente a reação do publico. 

10: Não se apresse.
Apressar-se agrava ainda mais qualquer problema que você tenha para se apresentar em público. Argumentos perdem impacto se você falar muito rápido. Cadenciar sua fala passará a impressão de que você é equilibrado, confiante e experiente. Além disso, falar lentamente aumenta a percepção da audiência, dá tempo ao público de digerir seus pontos-chave e causar mais impacto. Por fim, frases mais sucintas e convincentes fazem com que o público tenha tempo de captar seus pensamentos.


Fonte: cio.com.br

OS 10 PENSAMENTOS MAIS TÓXICOS PARA A CARREIRA

01: "Quem sou eu para mudar as coisas aqui nessa empresa?"
Com uma cultura e uma estrutura muito mais fortes, não há o que fazer para resolver os problemas. Assim, sob este pensamento, o profissional se apequena por acreditar, de antemão, estar de mãos atadas. “O impacto deste modelo mental consiste em profecia autorrealizável.

Quem a profere dá um jeito de atingir o resultado que já era a sua expectativa”, diz Curi. Isso porque, o profissional fica na passividade, não arrisca, não coloca ideias, e, por fim, nunca consegue mudar nada muito menos resolver problemas da organização.


02: "O próximo passo só pode ser a cadeira de chefe"
Só tem sucesso na carreira profissional quem assume posição de liderança. Para Ernesto Haberkorn, sócio fundador da TOTVS e diretor da TI Educacional, este é um pensamentos mais destrutivos para quem não tem perfil de liderança. “Com o objetivo de ganhar mais, a pessoa tenta ser chefe quando não tem vocação para isso. Acontece muito com vendedores”, diz Haberkorn.

O resultado é o fracasso na posição de chefia, que pede habilidades distintas daquelas que fizeram com que o profissional se destacasse. “Por isso, nas nossas empresas adotamos a promoção em Y”, diz ele citando o sistema de promoção que permite duas opções de ascensão profissional – gestores e especialistas –, ambas com o mesmo grau de importância.


03: "Treinamentos são perda de tempo, eu já sei!"
A relutância em participar de treinamentos pode estar ancorada em más experiências passadas. E assim o pensamento “já sei de tudo, é perda de tempo” se cristaliza. “A pessoa vai ficando desatualizada, não evolui e é substituída”, diz Haberkorn.


04: "Quando eu assumir a liderança, aí sim, ninguém me segura"
Hoje não é possível fazer nada, mas quando tiver poder, tudo vai ser diferente. “Quem pensa assim entende que é o contexto atual que não o deixa agir”, diz Curi. Se fosse o dono, se fosse o chefe. Quando for o dono, quando for o chefe. “O impacto disso é que esse dia nunca chega”, diz Curi. Não chega porque a pessoa é passiva, “espera sentada” e assim não cria as oportunidades. “O ideal é agir como se já fosse, como se já estivesse na posição”, lembra o especialista.


05: "Não sou capaz"
Segundo Eliane Figueiredo, diretora presidente da Projeto RH o sentimento de menos valia, resultado da baixa autoestima atrapalha bastante. “A pessoa pensa não ser capaz e acha que as outras pessoas são melhores do que ela”, diz.


06: "Ninguém faz tão bem quanto eu"
Este tipo de pensamento é um dos que mais prejudica quem assume a posição de liderança. Postura centralizadora é seu principal impacto. “Revisando cada vírgula, refazendo relatórios, o profissional vai passar a maior parte do tempo realizando tarefas dos subordinados com a falsa ideia de que o jeito dele de fazer é melhor”, explica Curi.


Fazendo isso, deixa de liderar, não tem tempo de treinar e formar pessoas. “Isso atrapalha a formação de sucessores”, diz Curi que atribui também a este tipo de comportamento o tão comentado apagão de talentos.


07: "Eu sou excelente, o que me falta é oportunidade"
Quando o ritmo de evolução profissional na empresa não acompanha os colegas de trabalho, o sentimento de vítima perturba. Sou ótimo, mas não tenho oportunidade, acreditam muitos profissionais estagnados. “A pessoa não acha que é valorizada e não vê sua responsabilidade dentro da situação”, diz Eliane Figueiredo, da Projeto RH.

A culpa é do outro e o profissional é menos protagonista e muita mais vítima dos rumos indesejados de sua própria carreira. “Não consegue perceber sua parcela de responsabilidade, não toma as rédeas da carreira”, diz Eliane. “Seria melhor se acreditasse melhorar a cada dia e que é capaz de construir as próprias oportunidades”, sugere Curi.


08: "Eu não merecia, por que isso aconteceu comigo?!!!"
O problema surge e com ele o nervosismo paralisante. Ai meu Deus do céu, por que isso foi acontecer comigo? Eu não merecia!! Está armado o cenário caótico. “A pessoa fica se lamentando e analisando o problema de tal forma que isso toma conta de todas as suas energias”, diz Eliane.


Sem ação por conta do desconforto emocional, a solução não vem. “No nervosismo a pessoa não enxerga o que está a sua frente”, diz a especialista. A dica é mudar de foco, do problema para a solução, de acordo com ela.


09: "Eu não posso errar"
O eterno pavor do erro. Entendê-lo como abominável deixa o profissional que falha completamente abalado. “A pessoa não percebe o erro como oportunidade para aprender”, diz Eliane lembrando que muitas descobertas aconteceram a partir de algo que deu errado.


10: "Eu faço para ser reconhecido"
A motivação é externa: elogio, parabéns, reconhecimento. “Se o profissional faz algo esperando reconhecimento e ele não vem, fica frustrado”, diz Eliane.
Com a competitividade em alta nas organizações, cumprir a meta, por mais arrojada que ela seja, não passa de uma “obrigação”. Por isso a motivação deve ser interna.


Fonte: exame.com