25 de maio de 2017

THE MAMAS & THE PAPAS


01 - Straight Shooter - [If You Can Believe Your Eyes And Ears: 1966]
02 - Gota Feelin' - [If You Can Believe Your Eyes And Ears: 1966]
03 - I Call Your Mane - [If You Can Believe Your Eyes And Ears: 1966]
04 - Go Where Tou Wanna Go - [If You Can Believe Your Eyes And Ears: 1966]
05 - California Dreamin' - [If You Can Believe Your Eyes And Ears: 1966]
06 - Somebody Groovy - [If You Can Believe Your Eyes And Ears: 1966]
07 - Hey Girl - [If You Can Believe Your Eyes And Ears: 1966]
08 - You Baby - [If You Can Believe Your Eyes And Ears: 1966]
09 - Dancing In The Street - [The Mamas & The Papas: 1966]
10 - Strange Young Girls - [The Mamas & The Papas: 1966]
11 - I Can't Wait - [The Mamas & The Papas: 1966]
12 - That Kind Of Girl  - [The Mamas & The Papas: 1966]
13 - Once Was A Time I Thought - [The Mamas & The Papas: 1966]
14 - Creque Alley - [The Mamas & The Papas Deliver: 1967]
15 - Free Advice - [The Mamas & The Papas Deliver: 1967]
16 - Twelve Thirty - [The Papas & The Mamas: 1968]
17 - Snowqueen Of Texas - [People Like Us: 1971]
18 - Pearl - [People Like Us: 1971]
19 - I Wanna Be A Star - [People Like Us: 1971]

23 de maio de 2017

TWISTED SISTER


01 - Bad Boys (Of Rock 'N' Roll) - [Under The Blade: 1982]
02 - Shoot 'Em Down - [Under The Blade: 1982]
03 - Day Of The Rocker - [Under The Blade: 1982]
04 - I'll Never Grow Up, Now! - [Under The Blade: 1982]
05 - The Kids Are Back - [You Can't Stop Rock 'N' Roll: 1983]
06 - I Am (I'm Me) - [You Can't Stop Rock 'N' Roll: 1983]
07 - We're Gonna Make It - [You Can't Stop Rock 'N' Roll: 1983]
08 - I'll Take You Alive - [You Can't Stop Rock 'N' Roll: 1983]
09 - You're Not Alone (Suzette's Song) - [You Can't Stop Rock 'N' Roll: 1983]
10 - Stay Hungry - [Stay Hungry (CD I): 1984]
11 - We're Not Gonna Take It - [Stay Hungry (CD I): 1984]
12 - Burn In Hell - [Stay Hungry (CD I): 1984]
13 - I Wanna Rock - [Stay Hungry (CD I): 1984]
14 - The Price - [Stay Hungry (CD I): 1984]
15 - Don't Let Me Down - [Stay Hungry (CD I): 1984]
16 - This One's For You - [Stay Hungry (CD II): 1984]
17 - What's Love Without You - [Stay Hungry (CD II): 1984]
18 - Our Voice Will Be Heard - [Stay Hungry (CD II): 1984]
19 - You Got To Fight - [Stay Hungry (CD II): 1984]
20 - 30 - [Stay Hungry (CD II): 1984]
21 - Come Out And Play - [Come Out And Play: 1985]
22 - Leader Of The Pack - [Come Out And Play: 1985]
23 - I Believe In Rock 'N' Roll - [Come Out And Play: 1985]
24 - Be Chrool To Your Scuel - [Come Out And Play: 1985]
25 - I Believe In You - [Come Out And Play: 1985]
26 - Out On The Streets - [Come Out And Play: 1985]
27 - Lookin' Out For #1 - [Come Out And Play: 1985]
28 - Kill Or Be Killed - [Come Out And Play: 1985]
29 - King Of The Fools - [Come Out And Play: 1985]
30 - Hot Love - [Love Is For Suckers: 1987]
31 - I'm So Hot For You - [Love Is For Suckers: 1987]
32 - Me And The Boys - [Love Is For Suckers: 1987]
33 - One Bad Habit - [Love Is For Suckers: 1987]
34 - I Want This Night (To Last Forever) - [Love Is For Suckers: 1987]
35 - You Are All That I Need - [Love Is For Suckers: 1987]
36 - If That's What You Want - [Love Is For Suckers: 1987]
37 - I Will Win - [Love Is For Suckers: 1987]
38 - High Steppin' - [Club Daze Volume 1: The Studio Sessions: 1999]
39 - T.V. Wife - [Club Daze Volume 1: The Studio Sessions: 1999]
40 - Hero's Are Hard To Find - [Still Hungry: 2004]
41 - Come Back (versão 2) - [Still Hungry: 2004]
42 - Rock 'N' Roll Saviors (versão 2) - [Still Hungry: 2004]
43 - I'll Be Home For Christmas (com Lita Ford) - [A Twisted Christmas: 2006]
44 - I Saw Mommy Kissing Santa Claus - [A Twisted Christmas: 2006]

15 de maio de 2017

CENSURA PUBLICITÁRIA


Às vezes não entendo por que não podemos falar nos comerciais e anúncios como a gente realmente fala - bom, há órgãos do governo que nos impedem de falar como falamos realmente e suponho que isso encerra a questão.

Um dos maiores problemas que todas as agências têm é a dor de cabeça da censura. Simplesmente não há razão para isso. A censura, qualquer tipo de censura, é pura cisma, puro capricho. É a noção que um cara tem do que é certo para ele. Baseia-se somente na arbitrariedade. Não há regras, não há parâmetros, não há leis. O problema é que o Código da National Association Of Broadcasters muda toda semana; toda semana uma nova diretriz é publicada pela NAB. Está ali para impedir que o fabuloso público norte-americano seja ofendido. A censura é sinônimo apenas dos preconceitos de cada um. Se você fizer alguma coisa que seja realmente de mau gosto, você vai sair do ar - quer dizer, vai sair do ar porque as pessoas vão parar de comprar o seu produto. Ele vai morrer, mas que seja com o próprio veneno. Quem sou eu para dizer que aquele negócio é de mau gosto?

Há uma ponta clássica de Lenny Bruce em um filme: ele está fazendo o papel de um pai conversando com o filho enquanto ambos assistem a um filme pornográfico. Bruce diz:

- Filho, não posso deixar você assistir a isso. Isso aí é um filme de um casal transando, e isso é horrível, sujo, repugnante. Filho, vou tampar os seus olhos agora. Aquele homem vai beijar aquela mulher e eles vão transar e vai haver prazer e tudo o mais, uma coisa horrível, não é para você ver enquanto não tiver ao menos 21 anos. Em vez disso, filho, vou levar você para assistir a um belo filme de guerra. Certamente podemos assistir a um filme de guerra do John Wayne, em que há sangue, tripas de fora, chacinas e tudo mais. Porque alguém chegou à conclusão de que este você pode ver, filho.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 41, 205, 206, 212, 216 e 217)

ANÚNCIO EM QUATRO FASES

A produção de um anúncio tem quatro fases: a ideia, que é apenas um esboço diminuto; o rascunho, que é a ideia, só que mais desenvolvida; a composição, que significa que as letras que constituem o slogan já foram colocadas e que o desenho já está muito mais detalhado; e o acabamento.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; pág: 196)

14 de maio de 2017

SIMON & GARFUNKEL


01 - Bleeker Street - [Wednesday Morning, 3 A.M.: 1964]
02 - Peggy-O - [Wednesday Morning, 3 A.M.: 1964]
03 - The Sound Of Silence (versão 2) - [Sounds Of Silence: 1966]
04 - Leaves That Are Green - [Sounds Of Silence: 1966]
05 - Somewhere They Can't Find Me - [Sounds Of Silence: 1966]
06 - Richard Cory - [Sounds Of Silence: 1966]
07 - We've Got A Groovy Thing Goin' - [Sounds Of Silence: 1966]
08 - I Am A Rock - [Sounds Of Silence: 1966]
09 - Patterns - [Parsley, Sage, Rosemary And Thyme: 1966]
10 - A Simple Desultory Philippic - [Parsley, Sage, Rosemary And Thyme: 1966]
11 - Mrs. Robinson (From The Motion Picture 'The Graduate') - [Bookends: 1968]
12 - A Hazy Shade Of Winter - [Bookends: 1968]
13 - Bridge Over Troubled Water - [Bridge Over Troubled Water: 1970]
14 - El Condor Pasa (If I Could) - [Bridge Over Troubled Water: 1970]
15 - Keep The Customer Satisfied - [Bridge Over Troubled Water: 1970]
16 - The Boxer - [Bridge Over Troubled Water: 1970]
17 - Baby Driver - [Bridge Over Troubled Water: 1970]
18 - The Only Living Boy In New York - [Bridge Over Troubled Water: 1970]
19 - Why Don't You Write Me - [Bridge Over Troubled Water: 1970]
20 - Slip Slidin' Away - [The Concert In Central Park: 1982]
21 - A Heart In New York - [The Concert In Central Park: 1982]
22 - Kodachrome _ Mabellene - [The Concert In Central Park: 1982]
23 - My Little Town - [Old Friends (CD III): 1997]

8 de maio de 2017

NOSEDIVE

Por: Diego Cosmo
Black Mirror (3º Temporada|1º Episódio)

A constante avaliação de tudo e todos parece fazer parte, cada vez mais, do modo que lidamos com o bem-estar nosso e do outro. Por já vivermos, em boa medida, numa sociedade informacional em que tudo comunica, cada interação carrega em si a justificativa para uma avaliação. A aceitação dos que estão ao nosso redor como influência da nossa auto-estima é compreensível e aceitável em certa medida, afinal, somos seres sociais, animais políticos. A partir do momento em que a aceitação ou não dos outros passa a, definitivamente, determinar o índice de felicidade, sobretudo dos que nem se quer conhecemos, podemos dizer que estamos sob o tacão de tudo, menos de nós mesmos, perder a singularidade e o próprio caminho são características de quem, radicalmente, aceitou ser e agir politicamente correto, segundo o status quo.

A questão da busca por ser aprovado não é nova, remete aquela velha história do jovem que quer ser popular no seu grupo, vemos esses dramas encontrarem reconfigurações também no espaço digital, o consumo, o estilo, a linguagem, etc., que tais jovens por si só não comprariam, o compram em nome da potencial aprovação social, e casos assim sempre se repetirão desde que a necessidade de ser aprovado exista, necessidade essa que suspeito ser inerente ao ser humano. Nos superficializamos em nome de expressarmos determinada imagem que julgamos ser o meio para obter certa aceitação social, sendo verdade ou não a nosso respeito. Vendemos nossa individualidade ao comprarmos algum passaporte para o reconhecimento do que nos envaidecemos em ter. A imagem enseja uma maior carga informativa|cognitiva, talvez isso explique o sucesso de aplicativos como o Instagram que viraram verdadeiras plataformas para se dizer ao mundo que estilo de vida você tem.

Comprar a lógica de ascensão social implica encenar determinado papel. Ganhar as massas é prova cabal de que você é, de algum modo, superior aos demais mortais, basta ver o que ensaia o cenário de quando olhamos para alguém que conhece de perto algum famoso. Geralmente é dramático sair dessa dinâmica de valores. Sair do jogo da ciranda dos números, por exemplo, colocar a sinceridade antes do pudor excessivo condicionado pelo dito politicamente correto tem seu preço. Mas vale a pena.

6 de maio de 2017

EM AMOR À PÁTRIA


A - Passei um ano no Afeganistão tornando a América mais segura e é assim que sou agradecido?
B - Você tornou a América mais segura?
C - Certamente você concorda que nossos soldados são heróis.
B - Não concordo. Talvez alguns soldados, mas não todos. Muitos soldados devem ser idiotas. A maioria das pessoas é idiota, não é só dar uma arma para um idiota e deixar ele sair atirando nas pessoas para que esse idiota se torne um herói.

BoJack Horseman (1º Temporada/2º Episódio)

4 de maio de 2017

O ESPAÇO-TEMPO EXISTENCIAL

Por: Diego Cosmo

Se diz que a arte é a única forma de extrapolarmos a mera forma de existir, de vermos ou sentirmos algo que de outra forma não poderíamos experimentar, simplista. Aquela frase que diz "nada do que é humano me é estranho", merece mais atenção. Talvez por desprezarmos, na maioria das vezes, o potencial humano somos inclinados a achar que o que tenha uma estética mais lúdica por si só seja algo a mais do que qualquer cotidiano por aí. Tudo o que temos é a consciência, isso é o que, a grosso modo, nos faz diferentes de muitas coisas, nos movendo sob o fundo dos pontos que conseguimos ligar ultrapassamos existencialmente o espaço-tempo, nos transformamos, nos impulsionamos em direção aquilo que dar sentido ao existir, sem precisar de nada além do que o simples viver. Tudo constrói a consciência, da frustração ao êxtase experimentado, da inércia da roda viva à toda racionalidade emocionalizadamente encarnada, nada disso se dá fora da condição em que já estamos, de nossa inerente percepção. O que há de mais artístico nasce do comum que vivemos. A vida nem se quer é tão acertada quanto a morte o é e mesmo assim insistimos em viver como se não fossemos morrer. Não há fantasia que nos salve de nossas limitações e a inexorável finitude da vida. O que há são brincadeiras, sangue e cachaça. Já estamos sepultados em nosso próprio corpo e tempo.

3 de maio de 2017

AS CRENÇAS E AS MÁQUINAS DE RUÍDO

Transparência não era a resposta universal que procurava. Você não pode simplesmente inundar o mercado com brócolis e esperar que as pessoas deixem de comer batatas fritas. Se um grande número de pessoas busca apenas informações que confirmem suas crenças, então inundar o mercado com dados sobre o governo não funcionará tão bem quanto os teóricos preveem. As informações acabarão distorcidas pelas máquinas de ruído de esquerda e direita e transformadas em mais "ração" para manter o país manipulado.

Clay A. Johnson (A Dieta Da Informação; pág: 19)

27 de abril de 2017

WATSON (IBM)


Os sistemas computacionais são ferramentas úteis para o nosso trabalho e entretenimento, mas e se eles  pudessem realmente nos tornar mais saudáveis, encontrar curas de doenças, ajudar em nossas rotinas e até mesmo planejar um casamento? É isso que a era da computação cognitiva nos reserva. Um bom exemplo disso é o IBM Watson, que pode fazer tudo isso de maneira bem ágil. Ele pode, por exemplo, interpretar dados não estruturados vindos da web (em qualquer formato, seja vídeo, texto ou foto), como faz um ser humano, mas com a velocidade de uma máquina com tecnologia de ponta. É daí que vem o nome de computação cognitiva, já que a cognição é o processo por meio do qual nós adquirimos conhecimentos a partir dos nossos sentidos. Esses dados sem ordem lógica representam 80% dos conteúdos da internet atualmente. Eles foram criados por humanos para outros humanos, por isso, sistemas comuns não conseguem interpretar as informações com a mesma eficiência. À sua maneira, o IBM Watson pode pensar, graças a algoritmos complexos de inteligência artificial baseados em redes neurais e na tecnologia de aprendizagem chamada deep learning. Por dia, 2,5 bilhões de gigabytes de informações da web são processadas para que ele se torne ainda melhor.

A interação com o IBM Watson pode ser por texto ou voz, ele pode compreender comandos em linguagem natural. Diferentemente de outros sistemas, ele tem a capacidade de interpretar o contexto das situações. Ou seja, é como se você estivesse conversando com um assistente que tem super poderes, bem ao estilo Jarvis, do Homem de Ferro. Conforme os humanos interagem com o IBM Watson, o sistema aprende mais e mais sobre o complexo processamento de linguagem. Ele varia de idioma para idioma, mas se baseia em três pilares: gramática, estrutura e relação de palavras. É por isso que o IBM Watson sabe que a manga da sua camisa não é uma fruta e o banco da praça não é uma instituição bancária. Essa capacidade de entender o que é dito pelos humanos, e não apenas converter voz em texto, é o principal diferencial do IBM Watson em relação à Siri, do iPhone.

O IBM Watson foi criado em 2003 e recebeu seu nome em homenagem ao fundador da IBM, o empresário norte-americano Thomas Watson. Hoje, a era da conectividade de alta velocidade e a proliferação de smartphones permite que o IBM Watson seja usado a partir da nuvem, que é como essa tecnologia de computação cognitiva chegou ao Brasil, em 2014, já falando e entendendo o nosso português. Ou seja, o IBM Watson, em si, é uma plataforma de inteligência artificial.

Fonte: Gizmodo Brasil (Jul/2016)


A cognição é praticamente tudo o que os humanos fazem, como entendimento de linguagem, percepção, julgamento, habilidades motoras, aprendizado, processamento espacial e comportamento social. Cada vez mais, esperamos que as máquinas que usamos apresentem o mesmo comportamento cognitivo. O IBM Watson representa um primeiro passo para sistemas cognitivos, uma nova era da computação. Além de usar computação programática, o Watson possui três capacidades que o tornam verdadeiramente único:

* Processamento de Linguagem Natural
* Geração e Avaliação de Hipóteses
* Aprendizado Dinâmico

O IBM Watson é um sistema de resposta a perguntas em linguagem natural que não usa respostas preparadas, mas determina suas respostas e pontuações de confiança associadas, que são baseadas em conhecimento adquirido.

Antes de o IBM Watson poder responder perguntas do usuário, ele precisa ter uma base de conhecimento contendo informações a partir das quais possa formular respostas corretas. O Watson pode absorver vários formados de conteúdo, incluindo DOCX, DOC, PDF, HTML e texto. Esses formatos representam a maioria do conteúdo não estruturado disponível.

O IBM Watson fornece um conjunto baseado na web de ferramentas chamado Watson Experience Manager. Com as ferramentas, é possível:

* Carregar e gerenciar documentos
* Criar e gerenciar uma base de conhecimento
* Criar dados de treinamento para ajudar a ensinar o Watson sobre seu domínio
* Testar o Watson usando uma UI simples de instalar enviando perguntas e visualizando as respostas retornadas
* Monitorar e visualizar os relatórios de uso

O IBM Watson une esses recursos eficientes de uma maneira nunca feita antes, resultando em uma mudança fundamental na maneira como as empresas veem a solução rápida de problemas. O IBM Watson é um sistema de resposta a perguntas em linguagem natural que não usa respostas preparadas, mas determina suas respostas e pontuações de confiança associadas, que são baseadas em conhecimento adquirido. O Watson inspirou muitos desenvolvedores a sonhar com ideias novas e criativas para aplicativos que usam elementos cognitivos para entregar uma experiência melhor e mais customizada ao usuário. Aplicativos desenvolvidos com o Watson podem ir além do simples processamento de dados para encontrar correlações, criar hipóteses e aprender com os resultados.

Características de um Sistema Cognitivo

* Navegam nas complexidades da linguagem humana e do entendimento
* Absorvem e processam grandes quantidades de dados estruturados e não estruturados (Big)
* Geram e avaliam inúmeras possibilidades
* Pesam e avaliam respostas baseadas apenas em evidências relevantes
* Fornecem orientação específica para a situação, insights e orientação
* Melhoram o conhecimento e aprendem com cada iteração e interação
* Habilitam a tomada de decisão no ponto de impacto
* Dimensionam-se em proporção à tarefa

Esses sistemas aplicam características semelhantes às de humanos para transmitir e manipular ideias. Quando combinados com os pontos fortes inerentes de computação digital, eles podem solucionar problemas com maior precisão, mais resiliência e em uma escala de maior dimensão. O Watson é um exemplo de um Sistema Cognitivo. Ele pode desenredar a linguagem humana e identificar inferências entre passagens de texto com alta precisão semelhante à de um humano a velocidades muito mais rápidas e em uma escala muito maior que qualquer humano. Uma abordagem baseada em regras exigiria um número quase infinito delas para capturar todos os casos que podemos encontrar na linguagem.

Fonte: IBM/DeveloperWorks (Jun/2014)






O DIFERENCIAL

Quando todos os produtos são praticamente iguais, a propaganda tem de mostrar uma diferença qualquer. Pense em Rosser Reeves, um verdadeiro gênio. Seu método de execução é descobrir a única coisa sobre o produto da qual você pode fazer alarde. Depois é só focar nessa qualidade inegável e fazer o maior barulho em torno dela, esquecendo tudo sobre o produto que não seja este único argumento de venda. A chave é descobrir qual botão apertar em uma pessoa para levá-la a comprar seu produto em lugar de outro. Qual é o lance emocional que afeta as pessoas? O sistema não sabe o que faz as pessoas pensarem; não sabe mais o que faz as pessoas continuarem vivas. É aí que ele perde o jogo. Perdeu a capacidade de dizer o que motiva as pessoas, o que as move.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 53, 166, 174 e 175)

PRODUTO RUIM NO MERCADO

Há muita propaganda que é muito melhor que o produto. Quando isso acontece, tudo quanto essa propaganda de qualidade vai fazer é pôr você pra fora do mercado mais depressa... Houve casos em que o produto teve de ser melhorado para estar à altura da propaganda; mas, quando o produto não consegue isso, o anunciante vai acabar tendo um monte de dores de cabeça.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 160 e 161)

26 de abril de 2017

O APRENDIZADO DE MÁQUINA E AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS


Hoje nós vamos falar sobre os princípios dos quais acredito serem os verdadeiros agentes de mudança pelos próximos anos. Quando investigamos tendências futuras e tecnologias disruptivas que impactarão significativamente no modo como os bancos vão operar e o que os bancos farão no mercado, as opções são inúmeras. Nós podemos escutar coisas como, a proliferação contínua de dispositivos móveis, o sistema de pagamento em constante mudança e computação baseada em nuvem. No entanto, após toda minha pesquisa, existem duas tendências que irão formar as bases para as mudanças, que acredito serem mais significativas a impactar nosso panorama num futuro próximo. Hoje vamos discutir a primeira dessas tendências tecnológicas relevantes. E esse é o "aprendizagem de máquina". Deixe-me começar colocando uma questão. Qual a maior despesa não relacionada aos juros de uma instituição financeira? Você acha que é a provisão para perdas em empréstimos? Não, ela está em torno de 5%. Que tal as edificações e imóveis? Também não, representam apenas de 3% à 4%. Algumas pessoas podem dizer que é a tecnologia, cuja média costuma ser de 7%. A maior despesa para o banco é a despesa com pessoal. Especificamente, os salários e benefícios dessas pessoas. Conforme a complexidade do modelo de negócios aumenta, o total de empregados necessários aumenta também. Pense a respeito, uma regulação adicional foi imposta, então o número de empregados teve que ser aumentado para manter isso. Como os bancos continuam a oferecer novos produtos e serviços adicionais então também há um aumento correspondente de empregados para manter isso. Mesmo em empresas de tecnologia, supostamente os bastiões que impulsionam a eficiência em uma instituição financeira, com frequência seu número de empregados continua a crescer também. Apesar de eu ter que confessar que escutei mais de um CIO me explicando que eles estão, na verdade, diminuindo o número de empregados. Eu acredito que se alguém reparar bem nas declarações contábeis das companhias eu acho que o que você verá na maioria, ao menos, nos casos em que eu pude conferir é que talvez enquanto os funcionários estão equiparados ou ligeiramente abaixo, o que você vê é uma correspondente elevação, uma elevação relevante na maior parte dos casos, um aumento no número de consultores e profissionais independentes ou terceirizados para manter a mesma carga de trabalho. Não se deixe enganar, aproximadamente 1/3 do total de custos não relacionados aos juros numa instituição financeira são recursos humanos e esse número está crescendo, se você olhar ao longo das últimas duas décadas esse percentual não caiu, de fato, ele aumentou quase todos os anos.

Bancos não podem permanecer competitivos se sua maior despesa continuar crescendo mais rápido que o crescimento de sua receita, em particular, nos últimos anos. Essa razão por si só, é a principal impulsionadora por trás do conceito do "aprendizado de máquina". Primeiro, vamos definir o que significa "aprendizado de máquina", aprendizado de máquina é um subconjunto de um tópico muito mais amplo, frequentemente citado como inteligência artificial e algumas vezes citado como "máquinas pensantes". Inteligência artificial ou máquinas pensantes são concebidas desde a mitologia grega, particularmente na história de Talos da Grécia. Talos era um robô que circulava a ilha 3 vezes por dia protegendo seus habitantes de invasores externos. O campo moderno da inteligência artificial foi iniciado no Dartmouth College em 1956. Em meados dos anos 60 até mesmo a DARPA, o departamento de defesa americano, entrou com financiamento significativo, os computadores logo estavam aptos a jogar damas, resolver problemas básicos de algebra, começando, até mesmo, a aprender inglês, foram tempos agitados, foi previsto, que dentro de 20 anos as máquinas serão capazes de fazer qualquer trabalho que o homem possa executar. Ao menos, esse é o exemplo perfeito de uma curva Gartner Hype, e amigo, isso foi uma beleza, os pesquisadores e programadores subestimaram amplamente o que seria preciso para avançar a AI além da solução de simples jogos como Damas, para algo capaz de operar como um ser humano faria. Pouco tempo depois, nos anos 70, o financiamento começou a esgotar como resultado de todas as promessas vazias. A próxima década, ficou conhecida como o inverno da inteligência artificial, falando sobre o troféu da desilusão, mas como a maioria das grandes inovações a realidade foi um pouco diferente. A verdadeira pesquisa e o progresso continuaram ano após ano, com toda propaganda associada. Os problemas difíceis foram sendo resolvidos.

Nos anos 90, inteligência artificiai de foco restrito, vou explicar o que são IA de foco restrito em um minuto, começando seu caminho em aplicações comerciais, alguns dos exemplos são: logística, mineração de dados e até mesmo automóveis. Com o advento dos sistemas de frenagem anti-travamento (ABS). Então, como nós superamos esses obstáculos precedentes, na verdade é bem simples, os pesquisadores dividiram o que chamamos de IA em duas categorias distintas, 1, inteligência artificial geral e 2, reconhecimento de padrões e teoria do aprendizado computacional. Eu sei que parece ser muita coisa mas essa é a conclusão, vamos pensar sobre isso dessa forma, a inteligência artificial geral a qual chamaremos de AGI é bem parecida com o HAL 9000 de 2001: Uma Odisséia no Espaço, quero dizer, um computador onisciente, com conhecimento, lógica e visão como se fosse um super-humano, ou, para um exemplo mais recente, se você pensar no filme "Ela" no sistema operacional eles são ambos excelentes exemplos do que chamamos de AGI (Inteligência Artificial Geral). Infelizmente, nós estamos muito distantes de atingir isso. Não é uma questão de falta de poder computacional, ao invés disso, é a falta de entendimento de como os processos neurais realmente funcionam. As complexidades da mente humana se tornaram verdadeiramente aparentes. Mas o segundo ramo da IA, que é o reconhecimento de padrões e aprendizado computacional faz avanços significativos. Da forma como discutiremos, é agora referido como aprendizado de máquina.

Os métodos de aprendizado de máquina também são mencionados como análise preditiva, ou, modelagem preditiva. Então como o aprendizado de máquina se distingue de algo como a mineração de dados, algo que qualquer bom time empresarial de dados executa de forma contínua. A mineração de dados é simplesmente um conjunto de ferramentas que utiliza algoritmos específicos pré-programados para buscar um grande conjunto de dados, procurando por padrões e correlações. Ainda que seja uma ferramenta muito valiosa, tem um foco muito estreito em especificamente o que já esta presente nos dados. O aprendizado de máquina por outro lado é um software altamente complexo que é utilizado num conjunto de problemas, ou, conjuntos de problemas onde projetar e programar algoritmos explícitos não é nem mesmo tecnicamente viável. Além disso, conforme ele trabalha continuamente em um dado problema ou conjunto de dados, ele continua a aprender e a reproduzir melhores resultados conforme o tempo passa. Alguns exemplos são aplicações onde o aprendizado de máquina está sendo usado hoje em dia, coisas como filtro de SPAM, mecanismos de busca, até mesmo a visão computacional. O aprendizado de máquina é preditivo por natureza e enquanto influência grandes conjuntos de dados ele difere da mineração de dados tanto quanto uma charrete difere de uma nave espacial. Sim, ambos podem transportar pessoas mas por diferentes meios usando tecnologias diferentes. O essencial é isso, enquanto a mineração de dados é uma importante caixa de ferramentas, ela realmente não é nada a mais que uma pequena peça de conceito geral do aprendizado de máquina onde seu foco é olhar para trás, é olhar para correlações e padrões nos dados que já existem. Isso difere significadamente para o que nos referimos como aprendizado de máquina onde há uma prospectiva e um aspecto de aprendizado que dirige o software para fornecer respostas mais precisas e completas ao longo do tempo.

Então posso ouvir você pensando "Jim, essa é uma grande história mas onde estamos agora e por que isso é tão importante?" Bem, o aprendizado de máquina vem sendo desenvolvido com interfaces de linguagem natural também conhecidos como "assistentes digitais" mas no final é aprendizado de máquina. A Apple tem a Siri, a IBM tem o Watson, o Google tem o Google Now e algo chamado de Deep Mind, uma aquisição feita há dois anos atrás, vamos falar um pouquinho disso, o Facebook tem o Facebook M e a IA de video, a Amazon tem o Echo e existem dezenas e dezenas de Startups. Todas usando IA de foco restrito alavancando o aprendizado de máquina. Nos últimos dois anos, bilhões de dólares apareceram nesse espaço e o progresso tem sido simplesmente fenomenal. Extraordinariamente, o Watson venceu dois campeões do Jeopardy e agora vem sendo alavancado no campo médico combinando a pesquisa do genoma com as melhores práticas analíticas para proporcionar a comunidade médica assessoria em tempo real para cada caso. Google com Deep Mind, está dominando o aprendizado de máquina colocando-o para jogar games de Atari da década de 80, ele domina jogos como Space Invaders, depois de jogar mais de 5000 mil vezes e fez isso sem acessar o código fonte do jogo ou receber qualquer tipo de instrução, ele apenas assistiu pixels na tela com uma diretriz que dizia "maximize a pontuação", assistir isso em tempo real é simplesmente incrível. Enquanto os bilhões de dólares são investidos por essas grandes empresas de tecnologia, são importantes para nossa discussão, vamos tratar agora do que acontece especificamente no setor financeiro relacionado ao aprendizado de máquina.

Eu quero falar sobre cinco exemplos de onde o aprendizado de máquina, se funde diretamente no setor financeiro atualmente. Pela primeira vez, a maior parte das ações em todas as bolsas estão sendo negociadas usando aprendizado de máquina, não há humanos ganhando bônus, são máquinas decidindo quando e quanto executar minuto por minuto, segundo por segundo, subsegudo por subsegundo, entre todas as trocas. Isso inclui todos os traders de alta frequência e eles são meramente programas que não fazem nada a não ser potencificar o aprendizado de máquina. Número dois, nossos conselheiros robôs, os robôs conselheiros são um importante conceito para nós porque são o começo da substituição, sem trocadilhos, mas a substituição das atividades de um banqueiro tradicional. Nos meses recentes, Charles Schwab, lançou o que chamam de portfólios inteligentes de Schwab. O que isso faz é impulsionar o aprendizado de máquina e isso ajuda os clientes individuais e consumidores a estarem aptos a fazer investimentos em termos de tempo e localização ao longo de qualquer portfólio fornecido. É uma peça de software extremamente sofisticada que, como todo aprendizado de máquina, continuará a ficar cada vez melhor com o passar do tempo. E ele faz isso, sem a intervenção humana. De fato, isso advém diretamente de software de aprendizado de máquina para o próprio cliente. Verdadeiramente, um momento único para o setor bancário. Olhando um pouco adiante, nesse mesmo espectro, existem pequenas empresas startups e um exemplo realmente bom delas é chamado Neokami, eles saíram da Alemanha e arrecadaram uma soma significativa de dinheiro para um único propósito que é construir uma experiência de aprendizado de máquina com IA de foco restrito como um serviço. Imagine, aprendizado de máquina como um serviço, além disso, eles também estão focados, especificamente, na movimentação de preços das ações ou no próprio mercado de ações em si. O número três em nossa lista é o banco Barclays no Reino Unido. O Barclays anunciou recentemente que eles estão usando aprendizado de máquina ou inteligência artificial assistida para ajudar clientes em transferências de dinheiro, particularmente, transferências internacionais. Novamente, é o que um típico banco ajudaria a fazer no dia a dia.

Número quatro, é o Watson, lançando o que chamam de conselheiro baseado no Watson, para serviços ao cliente e aumento do gerenciamento da saúde. Ele esta sendo usado hoje em dia por diversos bancos internacionalmente e é utilizado em ao menos uma instituição financeira sediada nos EUA e por último, o número cinco tem sido especulado que um punhado dos bancos de ponta em Nova York estão impulsionando o aprendizado de máquina do Watson para desempenhar análises de risco em seus portfólios. É seguro pensar que algumas dessas instituições financeiras estão impulsionando essa poderosa tecnologia de forma a ajudá-los a ganhar vantagem no mercado. A IA de foco restrito ou aprendizado de máquina é o que vai ajudar essas instituições financeiras a começar a reduzir custos. Eu não estou dizendo que a IA vai eliminar completamente a necessidade por humanos, na realidade, ao longo dos próximos anos a IA funcionará mais como uma assistente e menos como uma substituta. Mas acredito que rapidamente, ao longo do tempo, não é excesso de projeção ou de previsão, poder falar que mais e mais tarefas nas instituições financeiras serão passíveis de serem executadas por um aprendizado de máquina direto ou por interfaces de IA restrita.

Fonte: Jim Kittridge

21 de abril de 2017

SOCIAL DISTORTION


01 - Another State Of Mind - [Mommy's Little Monster: 1983]
02 - Like An Outlaw (For You) - [Prison Bound: 1988]
03 - Prison Bound - [Prison Bound: 1988]
04 - So Far Away - [Social Distortion: 1990]
05 - Story Of My Life - [Social Distortion: 1990]
06 - Ring Of Fire - [Social Distortion: 1990]
07 - Ball And Chain - [Social Distortion: 1990]
08 - It Coulda Been Me - [Social Distortion: 1990]
09 - Drug Train - [Social Distortion: 1990]
10 - Bad Luck - [Somewhere Between Heaven And Hell: 1992]
11 - Making Believe - [Somewhere Between Heaven And Hell: 1992]
12 - Born To Lose - [Somewhere Between Heaven And Hell: 1992]
13 - When She Begins - [Somewhere Between Heaven And Hell: 1992]
14 - 99 To Life - [Somewhere Between Heaven And Hell: 1992]
15 - King Of Fools - [Somewhere Between Heaven And Hell: 1992]
16 - This Time Darlin' - [Somewhere Between Heaven And Hell: 1992]
17 - Dear Lover - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
18 - Don't Drag Me Down - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
19 - Untitled - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
20 - I Was Wrong - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
21 - Through These Eyes - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
22 - When The Angels Sing - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
23 - Gotta Know The Rules - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
24 - Crown Of Thorns - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
25 - Under My Thumb  - [White Light, White Heat, White Trash: 1996]
26 - Reach For The Sky - [Sex, Love And Rock 'N' Roll: 2004]
27 - Highway 101 - [Sex, Love And Rock 'N' Roll: 2004]
28 - Footprints On My Ceiling - [Sex, Love And Rock 'N' Roll: 2004]
29 - Nickels and Dimes - [Sex, Love And Rock 'N' Roll: 2004]
30 - Winners And Losers - [Sex, Love And Rock 'N' Roll: 2004]
31 - Faithless - [Sex, Love And Rock 'N' Roll: 2004]
32 - Angel's Wings - [Sex, Love And Rock 'N' Roll: 2004]
33 - California (Hustle And Flow) - [Hard Times And Nursery Rhymes: 2011]
34 - Gimme The Sweet And Lowdown - [Hard Times And Nursery Rhymes: 2011]
35 - Machine Gun Blues - [Hard Times And Nursery Rhymes: 2011]
36 - Bakersfield - [Hard Times And Nursery Rhymes: 2011]
37 - Alone And Forsaken - [Hard Times And Nursery Rhymes: 2011]
38 - Writing On The Wall - [Hard Times And Nursery Rhymes: 2011]
39 - Still Alive - [Hard Times And Nursery Rhymes: 2011]

20 de abril de 2017

SOUNDGARDEN


01 - Flower - [Ultramega OK: 1988]
02 - All Your Lies - [Ultramega OK: 1988]
03 - Mood For Trouble - [Ultramega OK: 1988]
04 - Head Injury - [Ultramega OK: 1988]
05 - Hands All Over - [Louder Than Love: 1989]
06 - Get On The Snake - [Louder Than Love: 1989]
07 - Big Dumb Sex - [Louder Than Love: 1989]
08 - Hunted Down - [Screaming Life/Fopp: 1990]
09 - Kingdom Of Come - [Screaming Life/Fopp: 1990]
10 - Rusty Cage - [Badmotorfinger: 1991]
11 - Outshined - [Badmotorfinger: 1991]
12 - Slaves & Bulldozers - [Badmotorfinger: 1991]
13 - Room A Thousand Years Wide - [Badmotorfinger: 1991]
14 - Drawing Flies - [Badmotorfinger: 1991]
15 - Holy Water - [Badmotorfinger: 1991]
16 - Stray Cat Blues - [Badmotorfinger (EP SOMMS): 1992]
17 - Mailman - [Superunknown: 1994]
18 - Head Down - [Superunknown: 1994]
19 - Black Hole Sun - [Superunknown: 1994]
20 - She Likes Surprises - [Superunknown: 1994]
21 - Rhinosaur - [Down On The Upside: 1996]
22 - Blow Up The Outside World - [Down On The Upside: 1996]
23 - Burden In My Hand - [Down On The Upside: 1996]
24 - Never Named - [Down On The Upside: 1996]
25 - Tighter & Tighter - [Down On The Upside: 1996]
26 - No Attention - [Down On The Upside: 1996]
27 - An Unkind - [Down On The Upside: 1996]
28 - Bleed Together - [A-Sides: 1997]
29 - By Crooked Steps - [King Animal: 2012]
30 - A Thousand Days Before - [King Animal: 2012]
31 - Bones Of Birds - [King Animal: 2012]
32 - Halfway There - [King Animal: 2012]

17 de abril de 2017

A VIDA CRIATIVA

George Lois

Em 1961, quando consegui meu primeiro emprego de redator publicitário, "meu tipo" de repente entrou na moda. A revolução criativa tinha começado. A propaganda havia se transformado em um ramo dominado por redatores jovens, engraçados e judeus, e por diretores de arte gregos e italianos durões que chegavam a apelar para a ignorância de vez em quando. O lado criativo tira proveito da sua suposta fama de gênio incompreendido e, nas agências mais novas, os caras deixam a barba crescer, usam calças e camisas transparentes e dilatam as pupilas.

Não acho que o pessoal de criação tenha medo de perder o emprego por causa de meros caprichos da agência, mas há uma coisa que encosta todo esse pessoal na parede: o medo de perder o talento, a capacidade. Os redatores publicitários e os diretores de arte têm fases de falta de inspiração. Quando não adotam uma atitude profissional em relação ao problema, dão bandeira e a sua falta de inspiração fica gritante - quer dizer, todo mundo fica sabendo que estão em uma fase ruim. Simplesmente não conseguem produzir nada. Em vez de esfriar a cabeça e relaxar, trabalham sem inspiração mesmo e põem tudo a perder. O dilema é que os bons redatores de Nova York são aqueles que não sentem medo. Você tem de estar relaxado. Um diretor de arte fantástico chamado Bob Gage, da Doyle, Dane, certa vez fez um discurso sobre o medo, o que é e como combatê-lo. Descreveu o medo de sua fonte secar e depois descobriu que você nunca seca, que não há mágica alguma, mistério algum, você não pode ser desligado sem mais nem menos. Gage disse que, quando achava que sua fonte de inspiração estava secando, era uma questão de enfrentar um problema que tinha de ser resolvido, e que ele sempre poderia resolver aquele problema da mesma forma de sempre, da mesma maneira com que o resolveu anos atrás. Ele disse que secar era simplesmente sinônimo de ficar impaciente com a resolução de problemas da mesma forma de sempre. Outro problema que aflige os redatores e diretores de arte é o problema do reconhecimento. O cara fica lá na sua sala, trabalha, molda e brinca e, quando termina, escreveu algo absolutamente maravilhoso, só que se esqueceu de uma coisa: é o que está dentro dos limites das páginas que é comprado por um diretor de mídia. O que acaba com a maioria dos redatores é que as pessoas não compram a revista Life para ler seus anúncios. Os anúncios são apenas um sequestro do tempo do leitor. É por isso que cabe a você fazer seu trabalho para chamar mais a atenção do que qualquer outra coisa. Ninguém compra uma revista para ler um anúncio. Mas um monte de caras age como se fosse isso o que acontecesse.

O pessoal de criação não tem muito tino comercial quando se trata deles mesmos. O pessoal de criação não pensa no futuro. A maioria dos caras de criação não conhece o seu modo de produção e não tem a inteligência - falando sem rodeios - de chegar lá e dizer: "Quero um contrato." Exigi um contrato e assinei um documento bem específico. Eu queria que ele vigorasse por um ano e meio - e não por dois anos, nem um ano, e sim um ano e meio. Eu disse ao pessoal da agência que em quatro meses eu seria odiado ali e queria dizer com isso que seria desprezado ali. "Vocês não vão me aguentar", disse eu aos caras. "E, nos oito meses seguintes, vocês vão gostar de mim à sua revelia, mas teriam me despedido há meses se eu não tivesse um contrato. E, depois desse período, vou ganhar pontos. Se conseguir ficar aqui durante um ano e meio, fico o resto da vida. Se não conseguir, caio fora." E foi o que fiz. Na verdade, não é muito diferente do beisebol. Você não dispõe de muito tempo para brilhar nesse campo. Tem uns sete, oito ou talvez nove anos durante os quais você arrasa e tudo o que você faz dá certo, todo mundo lhe oferece emprego e os caçadores de talentos não largam do seu pé; mas, depois, vem aquela longa queda morro abaixo. Eu ficava pasmo de nunca ver um redator com mais de 40 anos. Eles são poucos, muito poucos. Não consigo imaginar para onde é que eles vão depois dos 40. Mas que vão embora, eles vão.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 13, 65, 94, 113, 133, 134, 135, 138, 139 e 141)

O CARA DAS CONTAS

O que os caras das contas têm de fazer hoje em dia para sobreviver é dançar. Dançar significa ser ágil, com um movimento de pés muito, muito bom, de modo que eles não são atingidos com facilidade. Sabe como é, eles não têm nada para vender. Seu redator, por mais jovem ou ruim que seja, tem o seu currículo - seu portfólio - para mostrar. Um diretor de arte também tem um portfólio. Ou então tem rolos de filmes, apresentações resumidas de todos os comerciais que já fez. Mas o que o homem da conta tem para mostrar? Nada...

É muito mais fácil uma agência contratar um homem de conta que conhece o ramo. Ele pode entrar e começar a trabalhar na mesma hora; não é preciso ensinar-lhe coisa alguma. Quando você tem condições de optar, vai preferir um cara tarimbado.

Os caras de contas com um bolso atrás são uma espécie em extinção; mas, enquanto estiverem por aí, são um espetáculo digno de ser visto. Jimmy está com a conta dos Queijos Franceses muito bem guardada no bolso. Já mudou essa conta de quatro agências no mínimo. É claro que Jimmy tem de manter relações muito, muito cordiais com o representante dos Queijos Franceses nos Estados Unidos. Vão muito ao teatro juntos. As respectivas esposas são amigas - e é bom mesmo que sejam, pois Jimmy é capaz de matar e morrer por essa conta. Desde que mantenham relações cordiais com o cara dos Queijos Franceses em Nova York, Jimmy ganha os seus US$80 mil [por ano]. Enquanto mostrar serviço, a conta está no seu bolso. Nenhuma agência poderia fazer propaganda dessa conta sem ter o Jimmy na sua folha de pagamento.

Houve caras que chegaram a ser presidentes de agências por terem empresas no bolso. Você controla certo número de companhias e fica forte. Muito simples. O cara que controlava a conta dos automóveis disse ao cara que controlava os cigarros que queria ser o diretor-geral da agência. E foi. Ninguém te demite quando acha que você é íntimo de uma empresa.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 100, 106, 107, 109 e 115)

14 de abril de 2017

FLYING A


Uma agência pequena, a Smith/Greenland, fez uma experiência com a gasolina Flying A. Seu argumento de venda era que a gasolina era fabricada especificamente para a sua forma de dirigir no trânsito da cidade, em vez de no trânsito do país. E mostrou um cara preso em um ponto qualquer da Long Island Expressway, tentando sair do engarrafamento. Na história dos comerciais de gasolina, ninguém nunca ficou preso em um engarrafamento. Você sempre vê os carros zunindo por estradas vazias a 150 por hora. Ninguém jamais sequer insinuou que você pode ficar preso no trânsito. A campanha foi boa: disse aos motoristas que dirigir na cidade é parar-e-andar e que a Flying A é a melhor gasolina para essas condições.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; pág: 55)

É PRECISO OVODOR

Algumas campanhas dão errado por razões estranhas. Meu sócio, Ron Travisano, estava trabalhando na Marschalk quando a agência pegou a conta de uma mistura de bolo que era boa demais para o mercado. Para fazer um bolo, bastava acrescentar água, mas o produto encalhou. Fizeram pesquisas e mais pesquisas. Descobriram que a dona de casa comum detestava o produto porque, se não fizesse nada físico ao preparar o bolo, achava que estava sendo enganada. Se tudo quanto ela tinha de fazer era acrescentar água, ela achava que era um zero à esquerda como dona de casa e cozinheira. Simplesmente o produto era bom demais. Ele, então, foi retirado do mercado e repaginado de tal forma que, para preparar um bolo, você tinha de quebrar um ovo. As instruções diziam que, se você quebrasse um ovo e o pusesse nessa mistura junto com água, você ia fazer um bolo divino. Sem o ovo, esse produto não é nada. Deu certo. O simples fato de quebrar um ovo dizia à dona de casa que ela voltara a ser uma cozinheira. O produto deu certo, vendeu feito água.

Ron também se envolveu com um problema surgido com um creme de primeiros socorros, um produto da Johnson & Johnson. Essa coisa era um antisséptico indolor para cortes, arranhões, coisas desse tipo. Bom, a Johnson & Johnson, uma companhia boa à beça, vai lá e inventa um antisséptico que não faz você subir pelas paredes quando o usa. Ela faz uma pesquisa e ninguém compra o produto uma segunda vez. A companhia não consegue descobrir o que há de errado. Faz mais pesquisas e descobre que as pessoas têm de sentir dor para reconhecer o fato de estarem sendo tratadas. Têm de sentir a dor da queimadura. E o que há de errado com esse creme? É evidente que ele não deve servir pra nada, porque não dói quando você usa. Esquece o fato de o corte estar sarando: se não houver dor, é porque não está acontecendo nada. Assim que foi posto álcool no creme, as vendas voltaram a aquecer outra vez. As pessoas queriam ter aquela sensação de queimadura porque ela significava que você estava sofrendo, e todo mundo sabe que você tem de sofrer para sarar.

O que você tenta fazer é cristalizar o problema. Assim que você identifica o problema, o seu trabalho praticamente já terminou, porque a resolução do problema é moleza. A dor de cabeça é descobrir qual é o problema.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 49, 50 e 181)

VAGINA NA MODA

O homem de negócios norte-americano descobriu a vagina e é provável que ela entre na moda. O que aconteceu é que os homens de negócios ficaram sem partes do corpo para explorar. Tivemos dor de cabeça durante um tempo, mas demos um jeito. A axila teve seu momento de glória, e os dedos, com seus pés de atleta, também brilharam no palco. passamos pelas rugas, passamos pelas dietas. Tiramos um pedaço de pele daqui e enxertamos ali. Passamos pelo estômago, com sua indigestão ácida, e vencemos as hemorroidas. De modo que os homens de negócios pararam para pensar e perguntaram: "O que sobrou?" E um cara inteligente respondeu: "A vagina." Por isso agora nos concentramos nela. E é só o começo. Hoje a vagina, amanhã o mundo. Quer dizer, vai haver todo tipo de coisa para a vagina: vitaminas, comprimidos revitalizantes, duchas com sabor de frutas, como a da Cupid's Quiver (com sabor de framboesa, laranja, jasmim e champanhe).

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 47 e 48)

CLIENTELA PUBLICITÁRIA

Todo mundo quer ser elogiado. "Cara, você fez um anúncio fantástico dessa vez." É isso que o cliente espera ouvir. Isso e a caixa registradora... Adora quando os amigos dizem: "Cara, você realmente sabe o que faz." Ele quer isso desesperadamente. Há um mito de que os clientes não ligam para prêmios. Besteira. Os clientes adoram prêmios porque adoram reconhecimento, tanto quanto as agências adoram. Querem que as suas contas ganhem o maior número possível de prêmios.

Cliente ruim é coisa que não existe. Mas propaganda ruim existe, sim. A lista é interminável. Muitos publicitários criticam os clientes o tempo todo. "Meu cliente não me deixa fazer nada. Meu cliente não me deixa dizer nada." Mas o mesmo cliente muda para outra agência, e esta faz um trabalho maravilhoso. Puro disparate. São coisas que esses caras dizem como forma de defesa contra a loucura, que os impede de ver o quanto, na verdade, são incompetentes.

As contas migram muito hoje em dia porque não estão conseguindo o que querem. Cabe à agência expressar o que elas querem. É o trabalho da agência. O cliente sabe onde colocar seu produto no mercado. Minha agência tinha acabado de pegar uma conta nova e o cliente disse: - Trabalhei com duas agências, uma que insistia em dizer que tudo o que ela fazia era divino, e me livrei dela, e outra, que me procurava toda semana e perguntava: "O que o senhor gostaria de ver nos jornais esta semana?" Uma conta não deve ser tratada desse jeito. A empresa deve ser orientada, mas não deve ser obrigada a fazer alguma coisa que, no fundo, não quer.

Quem está de fora acha que tudo quanto a gente tem a fazer é conseguir a conta; depois, as coisas giram por si. Não é verdade. Você vende constantemente para a conta. Certo, quando você consegue a conta, tudo fica um pouco mais fácil, mas a cada campanha você vai ter de vendê-la ao cliente. Toda vez. Uma das coisas-chave ao apresentar uma campanha é que você nunca deve apresentar uma ideia semidesenvolvida, porque vai estar supondo que os outros conseguem visualizar o que lhe passa pela cabeça, o que eles não conseguem, e você se arrisca a pôr uma boa ideia a perder bem na frente dos seus olhos. Se eu tivesse procurado o cliente e dito: "Escuta, que tal datar as garradas?" o cliente provavelmente teria respondido: "Ah, isso aí nunca vai dar certo. Como é que eu vou fazer uma coisa dessas? Não é prático." Mas, se você procura o cliente com uma garrafa na mão e diz: "Aqui está o rótulo com a data. Aqui está a propaganda que fizemos para ele, aqui está o raciocínio por trás dele. Aqui está a forma como ele vira propaganda. Aqui está o comercial do rádio, aqui está o roteiro para o comercial da TV, aqui está o que vamos fazer", se fizer as coisas desse jeito, tem mais chances de vender o seu peixe.

Os caras que produzem realmente o anúncio são os caras em condições de vendê-lo ao cliente e explicar o anúncio e a campanha. O que acontece nas agências maiores, mais velhas, mais consolidadas é que você tem chefes de redação, assistentes dos supervisores de criação, supervisores de criação mandando e desmandando nos verdadeiros criadores do anúncio. É aí que começa o problema. Esses especialistas em texto, a menos que estejam realmente fazendo algum trabalho, não passam de juízes e superjuízes. Sentam-se ali e lhe dizem se acham que o seu anúncio vai dar certo ou não.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 40, 41, 43, 45, 111, 112, 191, 192, 193, 198 e 199)

PÃO


Eles pegaram a conta desse pão e um orçamento publicitário de uns US$ 100 mil. De repente, fotografias de índios aparecem pela cidade inteira, dizendo: "Você não precisa ser judeu para adorar o Levy." Tanto quanto sei, todos os pães de centeio têm o mesmo gosto, mas veja só o que a agência Doyle, Dane fez por este. O que acontece é que um cara da General Foods olha para todos esses índios e chineses, e para as fotos de Godfrey Cambridge devorando um pão de centeio da Levy e diz: "Mas que diabo estamos fazendo com a agência que temos? Olha só o que esses caras estão fazendo com US$ 100 mil." E, logo em seguida, sabe como é, a Doyle, Dane pega uma boa fatia da General Foods. E está começando a fazer um trabalho incrível para a General Foods quando o cara da Kraft diz: "Olha pra isso. Estamos por aí há anos sem fazer nada. Vamos arranjar alguém como esses caras e parar de nos deixar arruinar pela General Foods." Os gritos se fazem ouvir em toda a cidade: "Quero uma agência Doyle, Dane! Quero um comercial Doyle, Dane!"

Boa propaganda é sinônimo de visibilidade. As pessoas falam do produto, notam o produto, pensam no produto.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; pág: 40)

LIMÃO



O anúncio dizia apenas: "Lemon" [literalmente, "Limão", mas com o sentido que teria "Abacaxi" em português]. O texto sobre o "Abacaxi" dizia que, de vez em quando, compramos um carro que é um abacaxi e, nesse caso, temos de nos livrar dele. E a Volkswagen tem um cuidado enorme com os nossos carros, testa-os antes de vendê-los, de modo que você tem muito pouca chance de comprar um abacaxi da Volkswagen.

Pela primeira vez na história, um anunciante dizia que era capaz, em raras ocasiões, de vender um produto com defeito. Estava dizendo que nem tudo são flores na vida, nem tudo é lindo e maravilhoso no mundo dos negócios, e as pessoas gostaram dele instantaneamente. Ninguém nunca tinha dito antes que seu produto poderia ser um abacaxi. Falou com o consumidor como se este fosse adulto, e não um bebê.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; págs: 37 e 38)

LUNÁTICOS, ASILOS E REMÉDIOS

Parafraseando o comentário que o Sr. Ogilvy fez em 1968, os lunáticos estão de volta às suas celas, ou mortos, ou aposentados. A Internet reina soberana. Os jornais estão mortos ou agonizando. As revistas estão encolhendo a olhos vistos. Os orçamentos publicitários estão sendo cortados. Os resultados são agora a única coisa que conta na propaganda. O texto ficou secundário em relação ao visual, e a propaganda na televisão está diminuindo porque todo cliente está querendo soluções virtuais. Quer cada vez mais, e quer que custe cada vez menos. Alguns estudantes de 19 anos da Escola de Artes Visuais de Nova York podem criar e produzir uma campanha brilhante em algumas horas, algo que, tempos atrás, demandaria cinquenta pessoas fazendo trabalho criativo até tarde da noite durante semanas.

Jerry Della Femina (Mad Men - Comunicados do Front Publicitário; pág: 19)

10 de abril de 2017

STONE TEMPLE PILOTS


01 - Dead And Bloated - [Core: 1992]
02 - Sex Type Thing - [Core: 1992]
03 - Wicked Garden - [Core: 1992]
04 - Sin - [Core: 1992]
05 - Creep - [Core: 1992]
06 - Piece Of Pie - [Core: 1992]
07 - Plush - [Core: 1992]
08 - Crackerman - [Core: 1992]
09 - Where The River Goes - [Core: 1992]
10 - Meat Plow - [Purple: 1994]
11 - Vasoline - [Purple: 1994]
12 - Interstate Love Song - [Purple: 1994]
13 - Still Remains - [Purple: 1994]
14 - Silvergun Superman - [Purple: 1994]
15 -  Big Empty - [Purple: 1994]
16 - Unglued - [Purple: 1994]
17 - Pop's Love Suicide - [Tiny Music... Songs From The Vatican Gift Shop: 1996]
18 - Big Bang Baby - [Tiny Music... Songs From The Vatican Gift Shop: 1996]
19 - Lady Picture Show - [Tiny Music... Songs From The Vatican Gift Shop: 1996]
20 - Trippin' On A Hole In A Paper Heart - [Tiny Music... Songs From The Vatican Gift Shop: 1996]
21 - Seven Caged Tigers - [Tiny Music... Songs From The Vatican Gift Shop: 1996]
22 - Down - [No. 4: 1999]
23 - Heaven & Hot Rods - [No. 4: 1999]
24 - Sour Girl - [No. 4: 1999]
25 - No Way Out - [No. 4: 1999]
26 - Sex & Violence - [No. 4: 1999]
27 - Glide - [No. 4: 1999]
28 - I Got You - [No. 4: 1999]
29 - Dumb Love - [Shangri-La Dee Da: 2001]
30 - Days Of The Week - [Shangri-La Dee Da: 2001]
31 - Coma - [Shangri-La Dee Da: 2001]
32 - Hollywood Bitch - [Shangri-La Dee Da: 2001]
33 - Too Cool Queenie - [Shangri-La Dee Da: 2001]
34 - All In The Suit That You Wear - [Thank You: 2003]
35 - Between The Lines - [Stone Temple Pilots: 2010]
36 - Huckleberry Crumble - [Stone Temple Pilots: 2010]
37 - Dare If You Dare - [Stone Temple Pilots: 2010]
38 - Cinnamon - [Stone Temple Pilots: 2010]
39 - Hazy Daze - [Stone Temple Pilots: 2010]
40 - Fast As I Can - [Stone Temple Pilots: 2010]
41 - Out Of Time - [High Rise: 2013]
42 - Black Heart - [High Rise: 2013]
43 - Tomorrow - [High Rise: 2013]

CAPITÃO EU E OS PIRATAS VINGATIVOS


01 - Achadas e Perdidas - [Sem Lei Nem Sentimento: 2012]
02 - Praça Dos Felinos - [Sem Lei Nem Sentimento: 2012]
03 - Lenny - [O Melhor Lugar Do Mundo: 2013]
04 - Desconfiados - [O Melhor Lugar Do Mundo: 2013]
05 -  Aslfato e Tinta (com Jonas Rio) - [O Melhor Lugar Do Mundo: 2013]
06 - Sem Lei Nem Sentimento - [O Melhor Lugar Do Mundo: 2013]
07 - Devaneio Coletivo - [O Melhor Lugar Do Mundo: 2013]
08 - Dívidas - [O Melhor Lugar Do Mundo: 2013]
09 - Fevereiro - [Farofa: 2014]
10 - 1989 - [Farofa: 2014]

24 de março de 2017

UM COMEDIANTE EM MEIO AOS ADULTOS


Um homem de aparência lamurienta, egoísta, taciturno e vagamente insatisfeito com a vida. Esse é o tipo de homem que ele é. Ou quase isso. Pois defini-lo não é tarefa fácil. É impossível focá-lo diretamente. Ele ofusca todo mundo - o intelectual, o simples, o astuto, e até mesmo os que o veem todos os dias. Em momento algum se pode fazer dele um retrato firme, sólido, e afirmar: "Este é Charles Chaplin". Só se pode dizer: "Este é Charles Chaplin, não é?". Ele é como um vislumbre cintilante, ora desta faceta, ora daquela outra - azul, verde, amarelo, carmim -, sucessivamente. Um brilhante é um similar apropriado; ele é tão duro e reluzente quanto, e seu brilho também é errático. E se você o cortar, descobrirá que não há uma fonte pessoal daquelas luzes inconstantes - tanto no brilhante quanto em Charles Dickens; elas são só lampejos de genialidade. Duvido que ele mesmo possa se definir; os gênios raramente podem[...]

No mais, ele é volúvel. Geralmente, é tão gentil e terno quanto qualquer um poderia ser, mas também pode ser desatencioso. Ele se encolhe diante das luzes da ribalta, mas sente falta delas se não estiverem postas sobre ele. É profundamente tímido, mas, mesmo assim, adora ser o centro das atenções. Um solitário nato, conhece a fascinação da multidão. Ele é real e verdadeiramente modesto, mas muito ciente de que ninguém é como Charles Chaplin. Ele espera fazer tudo do seu jeito e, geralmente, consegue. A vida o embaraça; ele quer asas. Ele quer comer seu pedaço e possuir o bolo ao mesmo tempo. Ele quer uma peau de chagrin para conseguir todos os seus desejos, mas a peau de chagrin não deve diminuir  de tamanho. Ele exige demais da vida e das pessoas, e, porque essas exigências não podem sempre ser atendidas, ele fica perplexo e irritado. Exige lealdade dos amigos, enquanto ele mesmo é casual. Tem como certa a continuidade da amizade deles. Ele gosta de aproveitar o melhor do atual sistema social, enquanto, em seu íntimo, é o comunista mais ferrenho. Cheio de generosidades impulsivas, também é capaz de mudar subitamente, indo de um oposto ao outro[...]

Leva-se muito a sério, mas tem um senso de humor cortante sobre si mesmo e suas realizações. Ostenta uma humildade genuína sobre a posição que conquistou; mas, como a maioria dos artistas realmente humildes, não gosta que as pessoas considerem essa humildade justificada. Ele será o camarada mais doce com quem você já esteve por duas horas; então, sem causa aparente, ele será todo petulância e aspereza. Como uma criança, seu interesse é rapidamente cativado, e ele se entedia rapidamente. Essencialmente, ainda é londrino, mas não é mais inglês - se alguma vez o foi. Em momentos de excitação, e em toda a sua obra, o londrino aparece. Outras vezes, ele é americano nos modos, no discurso e na atitude. De modo algum, concorda com a reservada personalidade inglesa, e dá pouca importância à Inglaterra ou aos assuntos ingleses[...]

De maneira alguma, desdenha o dinheiro, mas a posse de grandes somas significa pouco para ele. O dinheiro representa segurança econômica, nada mais. Ele gosta de comidas burguesas simples - em sua visita à Inglaterra, ficou tagarelando sobre arenque defumado, dobradinha, coração de carneiro - e, embora tenha um vasto guarda-roupa, prefere as roupas velhas sem afetação. A bebida não o interessa, e ele fuma um (ou nenhum) charuto, contra os vinte que eu mesmo fumo. É um dos homens mais honestos. Se você pede a opinião dele sobre alguém ou alguma coisa, vai recebê-la de forma direta e clara. A maioria de nós tem algum traço de logro sobre nós mesmos; Charles não tem nenhum. Você pode aceitar qualquer coisa que ele diga como a verdade conforme ele a vê. Um ponto de sua honestidade é o seu egoísmo. A maioria de nós é egoísta, de um modo ou de outro, mas ficamos aborrecidos quando alguém nos acusa disso[...] Mesmo que as pessoas egoístas sejam as mais agradáveis. Pois, agradando a si mesmas, elas mantêm um comportamento alegre com aqueles que as rodeiam. Charles vive como a maioria de nós viveríamos, se tivéssemos a coragem necessária de nos encarar como realmente somos - por mais perturbador que esse "realmente" pudesse ser para a nossa autoestima. Ele só faz o que quer fazer. Se qualquer compromisso confronta seu humor momentâneo, ele não o cumpre, e se perguntam por que não o cumpriu, ele responde, imperturbável: "porque eu não queria". Quaisquer sejam suas companhias, ele é simples e espontâneo. Pode estar sempre interpretando um papel, mas nunca faz pose; ele odeia simulação...

A vida caseira dele, apesar dos secretários japoneses, cozinheiros e motoristas, não é glamourosa ou agitada como algumas pessoas imaginam. Ele me disse que leva uma vida tão monótona quanto um contator londrino. Ele não é superpopular naquele asilo de lunáticos - dificilmente se poderia esperar que Hollywood soubesse o que fazer com um poeta -, e eles o deixam sozinho[...] A mente dele é extraordinariamente rápida e receptiva, e ele tem uma boa memória também. Lê pouco, mas a partir de alguns poucos fatos elementares sobre um assunto altamente técnico, a mente dele pode trabalhar e conversar com um perito naquele assunto de tal modo que fará o perito pensar. Daí, parece que ele lê muito e é muito culto, quando, na verdade, sua intimidade com os livros é pequena. Com pouco interesse nas pessoas, ele, ainda assim, possui um olhar mais agudo e vivaz do que qualquer romancista (com suas excentricidades e seus segredos ocultos) que eu conheça. É inútil fingir diante dele; ele pode descobrir seu blefe ainda enquanto está sendo apresentado a você[...]

Agora, ele tem 42 anos [1931], mas não pode viver com essa idade, e nunca irá. A atitude e o interesse dele são sempre para a juventude e as coisas dos jovens. Ele não se importa com o passado histórico; seu lar espiritual é o seu próprio tempo. É uma criança de sua época, e sua mente não encontra nada em que se interessar além da própria infância. Certa vez, ele me disse: "Eu sempre me senti como uma criança em meio aos adultos".

Publicado no City Of Encounters, em 1933, por Thomas Burke

David Robinson (Chaplin - uma biografia definitiva; págs: 449, 450, e 451)

22 de março de 2017

ANTROPOFAGIA ROMÂNTICA 5,5%

Por: Diego Cosmo

Mesmo já previsto
Repetidamente
Sede à primeira vista
Tilinta-se o encontro
Ao dedilhar do violonista
Vejo-me num fundo
Reflexo olhar profundo
E profano como
num fim de ano.

Temperamental
Nos misturamos
Numa Dose letal
Desce frio
Desce quente
Se esquentado
Fria a mente
Da insanidade
De todo cíclico
A tola maldade
Para a boca
Do sanitário
Não há idade.

18 de março de 2017

LADY GAGA


01 - Just Dance (com Colby O'Donis) - [The Fame: 2008]
02 - Paparazzi - [The Fame: 2008]
03 - Poker Face - [The Fame: 2008]
04 - Eh, Eh (Nothing Else I Can Say) - [The Fame: 2008]
05 - Money Honey - [The Fame: 2008]
06 - Boys Boys Boys - [The Fame: 2008]
07 - Brown Eyes - [The Fame: 2008]
08 - I Like It Rough - [The Fame: 2008]
09 - Summerboy - [The Fame: 2008]
10 - Bad Romance - [The Fame Monster: 2009]
11 - Speechless - [The Fame Monster: 2009]
12 - Dance In The Dark - [The Fame Monster: 2009]
13 - Telephone (com Beyoncé) - [The Fame Monster: 2009]
14 - Marry The Night - [Born This Way: 2011]
15 - Born This Way - [Born This Way: 2011]
16 - Judas - [Born This Way: 2011]
17 - Hair - [Born This Way: 2011]
18 - Scheiße - [Born This Way: 2011]
19 - Bloody Mary - [Born This Way: 2011]
20 - Bad Kids - [Born This Way: 2011]
21 - Highway Unicorn (Road To Love) - [Born This Way: 2011]
22 - Heavy Metal Lover - [Born This Way: 2011]
23 - You And I - [Born This Way: 2011]
24 - The Edge Of Glory - [Born This Way: 2011]
25 - Aura - [ARTPOP: 2013]
26 - G.U.Y. - [ARTPOP: 2013]
27 - Manicure - [ARTPOP: 2013]
28 - Swine - [ARTPOP: 2013]
29 - Gypsy - [ARTPOP: 2013]
30 - Joanne - [Joanne: 2016]
31 - Perfect Illusion - [Joanne: 2016]
32 - Million Reasons - [Joanne: 2016]
33 - Sinner's Prayer - [Joanne: 2016]
34 - Come To Mama - [Joanne: 2016]
35 - Angel Down - [Joanne: 2016]

17 de março de 2017

NARNIA


01 - Break The Chains - [Awakening: 1998]
02 - No More Shadows From The Past - [Awakening: 1998]
03 - Time Of Changes - [Awakening: 1998]
04 - Living Water - [Long Live The King: 1999]
05 - Shelter Through The Pain - [Long Live The King: 1999]
06 - Dangerous Game - [Long Live The King: 1999]
07 - Inner Sanctum - [Desert Land: 2001]
08 - The Witch & The Lion - [Desert Land: 2001]
09 - The Countdown Has Begun - [The Great Fall: 2003]
10 - Back From Hell - [The Great Fall: 2003]
11 - Into This Game - [Enter The Gate: 2006]
12 - People Of The Bloodred Bross - [Enter The Gate: 2006]
13 - Show All The World - [Enter The Gate: 2006]
14 - This Is My Life - [Enter The Gate: 2006]
15 - Sunrise (Uriah Heep Cover) - [Decade Of Confession: 2007]
16 - Let Me Rest In Your Arms - [Decade Of Confession: 2007]
17 - Sail Around The World - [Course Of A Generation: 2009]
18 - Course Of A Generation - [Course Of A Generation: 2009]
19 - Kings Will Come - [Course Of A Generation: 2009]
20 - Rain - [Course Of A Generation: 2009]
21 - Armageddon - [Course Of A Generation: 2009]
22 - Behind The Curtain - [Course Of A Generation: 2009]
23 - Reaching For The Top - [Narnia: 2016]
24 - I Still Believe - [Narnia: 2016]
25 - One Way To The Promised Land - [Narnia: 2016]
26 - Messengers - [Narnia: 2016]

LIVING COLOUR


01 - Cult Of Personality - [Vivid: 1988]
02 - I Want To Know - [Vivid: 1988]
03 - Middle Man - [Vivid: 1988]
04 - Open Letter (To A Landlord) - [Vivid: 1988]
05 - Memories Can't Wait - [Vivid: 1988]
06 - Broken Hearts - [Vivid: 1988]
07 - Glamour Boys - [Vivid: 1988]
08 - What's Your Favorite Color? (Theme Song) - [Vivid: 1988]
09 - Pride - [Time's Up: 1990]
10 - Love Rears Its Ugly Head - [Time's Up: 1990]
11 - Someone Like You - [Time's Up: 1990]
12 - Type - [Time's Up: 1990]
13 - Information Overload - [Time's Up: 1990]
14 - Solace Of You - [Time's Up: 1990]
15 - This Is The Life - [Time's Up: 1990]
16 - Burning Of The Midnight Lamp - [Biscuits: 1991]
17 - Love And Happiness - [Biscuits: 1991]
18 - Should I Stay Or Should I Go - [Biscuits: 1991]
19 - Leave It Alone - [Stain: 1993]
20 - Bi - [Stain: 1993]
21 - Never Satisfied - [Stain: 1993]
22 - Wall - [Stain: 1993]
23 - Sacred Ground - [Pride: 1995]
24 - Flying - [Collideøscope: 2003]
25 - Nightmare City - [Collideøscope: 2003]
26 - Lost Halo - [Collideøscope: 2003]
27 - The Chair - [The Chair In The Doorway: 2009]
28 - Decadance - [The Chair In The Doorway: 2009]
29 - Young Man - [The Chair In The Doorway: 2009]
30 - Behind The Sun - [The Chair In The Doorway: 2009]
31 - Hard Times - [The Chair In The Doorway: 2009]
32 - That's What You Taught Me - [The Chair In The Doorway: 2009]
33 - Out Of My Mind - [The Chair In The Doorway: 2009]
34 - Asshole - [The Chair In The Doorway: 2009]

14 de março de 2017

HTML (HYPERTEXT MARKUP LANGUAGE/LINGUAGEM DE MARCAÇÃO HIPERTEXTUAL)


Uma coleção de comandos de formatação que criam documentos hipertextuais ou, mais simplesmente, páginas da Web. Toda página da Web é criada a partir de código HTML, que é transmitido para o navegador (browser) do usuário. O navegador interpreta então os comandos de formatação e exibe na tela um documento contendo texto formatado e gráficos.

Pierre Lévy (Cibercultura; pág: 264)

O CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO


Toda mensagem, em quaisquer tipos de signos, verbais, visuais ou mesmo sonoros, está sempre prenhe de índices contextuais, situacionais, históricos, culturais, ideológicos, políticos que apontam, de modo mais ou menos explícito, para o contexto representado na mensagem.

O Contexto tem, pelo menos, quatro dimensões: física, cultural, sócio-psicológica e temporal. A dimensão física refere-se ao ambiente tangível e concreto no qual a comunicação ocorre, exercendo alguma influência sobre o conteúdo do que é comunicado. A cultural se refere às regras e normas dos comunicadores, crenças e atitudes que são transmitidas de uma geração a outra [Neste campo, entram em cena as formas de cultura a que os processos comunicativos dão origem e nas quais germinam, por exemplo, cultural oral, cultural da escrita, cultura de massas, cultura das mídias, cibercultura. Em um nível ainda mais macro, as mídias são também estudadas não como simples canais para transmitir informações, mas como conformadores de novos ambientes sociais, como é o caso atual das comunidades virtuais no ciberespaçopágs88/93]. A sócio-psicológica inclui os papéis sociais desempenhados pelas pessoas, a formalidade ou informalidade, seriedade ou humor da situação etc. A temporal inclui desde o momento do dia em que a comunicação se dá até o modo como ela se insere na sequência temporal de eventos comunicativos. O ruído é algum tipo de pertubação que distorce a mensagem. Em casos extremos, o ruído pode impedir que a mensagem enviada pela fonte chegue até o receptor. Em casos normais, algum nível de ruído é inevitável pelo simples fato de que a mensagem emitida sempre difere da mensagem recebida. Há três tipos de ruídos: físico (tudo que interfere fisicamente na transmissão da mensagem), psicológico (idéias preconcebidas) e semântico (significados mal-entendidos).

Lucia Santaella (Comunicação & Pesquisa; págs: 84, 88, 91 e 93)

10 de março de 2017

BLINK-182


01 - Carousel - [Cheshire Cat: 1995]
02 - Peggy Sue - [Cheshire Cat: 1995]
03 - Cacophony - [Cheshire Cat: 1995]
04 - Pathetic - [Dude Ranch: 1997]
05 - Voyeur - [Dude Ranch: 1997]
06 - Dammit - [Dude Ranch: 1997]
07 - Dick Lips - [Dude Ranch: 1997]
08 - Untitled - [Dude Ranch: 1997]
09 - A New Hope - [Dude Ranch: 1997]
10 - Dumpweed - [Enema Of The State: 1999]
11 - Don't Leave Me - [Enema Of The State: 1999]
12 - Aliens Exist - [Enema Of The State: 1999]
13 - Going Away To College - [Enema Of The State: 1999]
14 - What's My Age Again? - [Enema Of The State: 1999]
15 - Adam's Song - [Enema Of The State: 1999]
16 - All The Small Things - [Enema Of The State: 1999]
17 - Wendy Clear - [Enema Of The State: 1999]
18 - Man Overboard - [The Mark, Tom & Travis Show: 2000]
19 - Anthem Part Two - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
20 - Online Songs - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
21 - First Date - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
22 - Happy Holidays, You Bastard - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
23 - Story Of A Lonely Guy - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
24 - The Rock Show - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
25 - Stay Together For The Kids - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
26 - Roller Coaster - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
27 - Reckless Abandon - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
28 - Everytime I Look For You - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
29 - Give Me One Good Reason - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
30 - Shut Up - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
31 - Please Take Me Home - [Take Off Your Pants And Jacket: 2001]
32 - I Miss You - [Blink-182: 2003]
33 - Always - [Blink-182: 2003]
34 - Here's Your Letter - [Blink-182: 2003]
35 - Heart's All Gone - [Neighborhoods: 2011]
36 - Cynical - [California: 2016]
37 - She's Out Her Mind - [California: 2016]
38 - Sober - [California: 2016]
39 - Built This Pool - [California: 2016]
40 - No Future - [California: 2016]
41 - Kings Of The Weekend - [California: 2016]
42 - Left Alone - [California: 2016]
43 - Rabbit Hole - [California: 2016]
44 - The Only Thing That Matters - [California: 2016]
45 - Brohemian Rhapsody - [California: 2016]