19 de dezembro de 2016

BELINDA CARLISLE


01 - Mad About You - [Belinda: 1986]
02 - Since You've Gone - [Belinda: 1986]
03 - I Feel The Magic - [Belinda: 1986]
04 - Gotta Get To You - [Belinda: 1986]
05 - From The Heart - [Belinda: 1986]
06 - Heaven Is A Place On Earth - [Heaven On Earth: 1987]
07 - Should I Let You In? - [Heaven On Earth: 1987]
08 - Fool For Love - [Heaven On Earth: 1987]
09 - Nobody Owns Me - [Heaven On Earth: 1987]
10 - Leave A Light On - [Runaway Horses: 1989]
11 - Runaway Horses - [Runaway Horses: 1989]
12 - We Want The Same Thing - [Runaway Horses: 1989]
13 - Goodbye Day - [Real: 1993]
14 - Tell Me - [Real: 1993]
15 - Here Comes My Baby - [Real: 1993]
16 - California - [A Woman And A Man: 1996]
17 - Always Breaking My Heart - [A Woman And A Man: 1996]
18 - My Heart Goes Out To You - [A Woman And A Man: 1996]
19 - All God's Children - [A Place On Earth: The Greatest Hits: 1999]

12 de dezembro de 2016

9 de dezembro de 2016

O GOLPE DA "ESQUERDA" LATINO-AMERICANA

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"'Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe. E não há crime de responsabilidade' - se esse é seu discurso, por favor, me explique esses números (lamento, você não vai ver isso na propaganda do governo que você defende. Porque, como todo criminoso, ele esconde os fatos e as provas. Porém, esses números são do Banco Central - será que você também acredita que o BC faz parte da 'conspiração contra democracia e a favor do golpe?')"

Jaime Neto


Desenhando:

"Sua mulher mandou você ao supermercado comprar 100 reais em arroz e feijão. Chegando lá, ela liga e diz que você também vai ter que comprar carne, queijo, leite, batata e cenoura com os mesmos 100 reais. Você percebe que é impossível comprar tudo isso com esse dinheiro. Mas como eram itens de primeira necessidade e - principalmente - porque dali alguns meses haveria uma eleição para melhor marido do bairro, você compra todos os itens que sua mulher pediu. Foi pra casa e disse que tudo tinha custado os mesmos 100. Mas não tinha. Na verdade, custou 380 reais. Só que esses 280 a mais eram para você pagar o aluguel. Você deixou de pagar naquele mês. E nos meses seguintes, porque todo mês você tinha que comprar a mesma lista. A eleição de melhor marido estava chegando. Os meses se passavam e o buraco que você criou no aluguel, na luz, no gás foi crescendo e somando juros. Veio a eleição e pá! Você ganhou. Melhor marido do bairro. Imediatamente você reduziu a lista para pão e água. E mandou todo mundo em casa parar de usar eletricidade, gás, água e telefone. Mudou com a família para uma kitchnet mas não importa, porque agora você seria o melhor marido do mundo por mais 4 anos."

Mentor Neto


A taxa de redução da desigualdade social no Brasil permaneceu estável entre os anos 2000 e 2014. Apesar do crescimento da renda entre as pessoas mais vulneráveis e extremamente pobres, o Brasil não conseguiu, em 14 anos, diminuir o fosso entre ricos e pobres. A conclusão é do Radar IDHM, índice que compara as tendências de crescimento dos indicadores sociais na década de 2000 a 2010 e no período de 2011 a 2014. O estudo, lançado hoje (22) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro, aponta que o Índice de Gini, que mede o nível de desigualdade, teve uma redução 0,6% de 2000 a 2010, mesma proporção identificada para o período de 2011 a 2014. O valor foi considerado inexpressivo pelos especialistas.

Por outro lado, a pesquisa mostra que entre 2011 e 2014 a proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a 255 reais diminui 9,3% por ano, enquanto que de 2000 a 2010 o decréscimo anual foi de 3,9%. A redução foi ainda maior no grupo de pessoas com renda inferior a R$ 70, faixa que apresentou decréscimo anual de 14 % entre 2011 e 2014, contra o índice de 6,5% anual entre os anos de 2000 e 2010.

EBC Agência Brasil (Nov/2016)


EXTRA:

Pisa, que é um dos principais termômetros da educação em todo o mundo, mostra que o Brasil avançou pouco desde 2012.
Patricia Guedes (Valor Econômico/Dez.2016)


CAPÍTULOS ANTERIORES:
"Verba para FIES é cortada pela metade e se esgota para 2015." (Esquerda Diário/Maio.2015)
"A redução de verbas para a educação - num momento em que Dilma Rousseff elegeu o lema "Pátria Educadora" para o segundo mandato - vem gerando críticas." (Folha de S. Paulo/Set.2015)
"Segundo OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), Brasil tem um dos piores investimento por aluno." (Jogo do Poder/Nov.2015)
"Minha Casa, Pronatec e Fies sofreram cortes de R$ 11 bilhões."  (Estadão/Jan.2016)
"Educação perde R$ 10,5 bi em 2015." (UOL/Jan.2016)


"Não necessariamente o aumento dos recursos para a educação ou a aprovação de novas leis se traduziram em melhorias na qualidade do ensino. O período (de governos do PT) foi caracterizado por problemas na implementação e uso de recursos. Por isso, a ampliação dos gastos com educação não se fez sentir de forma mais efetiva na população brasileira".

Marcelo Paixão


Em primeiro lugar, ao criar esse conceito de classe, o economista Marcelo Neri (que acaba de ser indicado presidente do Ipea) teve o cuidado de agregar a palavra "nova" para dissociá-lo da classe média tradicional, de maior poder aquisitivo. São pessoas com renda familiar entre R$ 1,7 mil e R$ 7,5 mil, e a maioria situada na faixa mais baixa, portanto com renda próxima à dos pobres, que podem comprar um carro com dez anos de uso, mas não um zero km. Foram os programas de transferência de renda - criados na gestão FHC (Bolsa-Escola, erradicação do trabalho infantil, auxílio-gás, etc.) e concentrados por Lula no Bolsa-Família - os maiores responsáveis por essa mobilidade social. Sem dúvida, foi um enorme progresso para um país onde os programas sociais tinham eficácia zero até então, mas longe de resolver o problema da descomunal distância de renda entre ricos e pobres. Fora isso, a estabilidade econômica após o Plano Real, o investimento em educação dirigido ao ensino fundamental e a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação ajudaram a encurtar essa distância.

Porém, seja por inércia ou por pressões políticas, permanece intacto o aparato de leis, regras e escolhas (erradas) feitas por governantes que desde sempre sustenta a concentração da renda do País na pequena parcela de ricos. Na educação houve algum progresso: se, no início dos anos 90, havia 17% de crianças fora da escola, hoje só há 2%. Mas a qualidade do ensino é tão ruim que grande parte dessas crianças não passa do estágio de analfabetismo funcional. A escolaridade média da população quase estagnou: nos últimos 20 anos passou de 5 para apenas 7,3 anos de permanência na escola. É o que explica a baixa produtividade do trabalhador e a desvantagem do Brasil em qualidade de produtos em relação aos fabricados na Ásia, por exemplo, onde é normal trabalhadores terem cursado universidade.

O sistemático recuo dos governantes, que preferem ceder a pressões políticas a fazer uma reforma tributária consistente, também tem alimentado a concentração da renda. Segundo pesquisa da Fiesp baseada em números da Receita Federal, as famílias pobres que vivem com até dois salários mínimos comprometem 48,9% de sua renda em pagamento de impostos, quase o dobro dos 26,3% pagos pelas famílias com renda acima de R$ 20 mil. Ao se apropriarem de 35% de toda a renda do País arrecadando tributos, os governos (federal, estaduais e municipais) têm enorme poder de concentrar ou desconcentrar pobreza e riqueza, dependendo de suas escolhas para aplicar verbas públicas. E desde sempre essas escolhas têm beneficiado mais ricos do que pobres, mais quem grita e faz pressão política do que os excluídos silenciosos. Ao ampliar de 25 para 38 o número de ministérios, Lula escolheu concentrar gastos com o funcionalismo, sabendo que vai faltar dinheiro para hospitais atenderem doentes; para escolas qualificarem professores; para construir rede de esgoto e água tratada; para ações que reduzam a violência entre jovens; enfim, para aplicar dinheiro público a serviço de uma distribuição mais justa da renda. Enquanto os governos não derem uma guinada na estrutura jurídica voltada para o social e seguirem privilegiando quem não precisa, o Brasil pode produzir e acumular riqueza, mas vai continuar ocupando o vergonhoso 4.º lugar entre os piores na partilha da renda.

Suely Caldas (Estadão/Ago.2012)


"Ou seja, mesmo se decidirmos acreditar que os programas sociais de distribuição de renda do governo Dilma foram feitos com a melhor das intenções, mesmo se acreditarmos que não houve nenhum objetivo eleitoreiro, mesmo sendo absolutamente cegos para a corrupção que surgiu da estratégia de distribuir renda por decreto, mesmo assim, não adiantou nada."

Mentor Neto


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Ricardo Amorim (Na íntegra: Um Brasil/Mar.2016)


"Me impressiona que a esquerda tenha adotado como sua uma política econômica, que é uma política econômica de subsídio, crédito para consumo, desequilíbrio fiscal e que não atende a nenhuma das reivindicações históricas da esquerda, que é direitos sociais universais. O Brasil é um país desastroso do ponto de vista da educação, do ponto de vista da saúde, dos direitos sociais universais mas se transformou a política de crédito, consumo, subsídio e desequilíbrio fiscal feito nos governos Dilma e Lula numa política de esquerda. O que faltou aqui no Brasil foram ganhos permanentes, estruturais nos campos dos direitos sociais universais, uma revolução na educação, na saúde, uma reforma urbana que tornaria o Brasil num país diferente, o Brasil só ficou diferente porque se consumiu muito nesse período com aumentos de renda que tão sendo eliminados agora em função do desequilíbrio fiscal, que tão sendo corroídos por uma situação de recessão brutal e de desemprego que aumenta cada vez mais."

Demétrio Magnoli (TV Folha/Abr.2016)

8 de dezembro de 2016

MANIFESTAÇÃO

Congresso Nacional/2013

Não acredito em manifestação pacífica.

Dilma caiu, Cunha caiu, é verdade. Mas não se engane, Caíram porque perderam suas brigas políticas e não por pressão popular. A briga para saber quem ia mandar no galinheiro daqui para frente. Brasília é longe da Av. Paulista ou do Rio. Só existe uma imagem, umazinha só, de todas essas manifestações que assusta. Aquela de 2013, quando o povo subiu no Congresso e por pouco não invadiu os prédios. Aquilo assusta. Manifestação aos domingos, com a família, com a camisa da seleção e tirando fotos para o instagram servem para mostrar nosso descontentamento. Isso sim. Mas não mudam nada. Manifestação popular tem que meter medo. Tem que parar o país. Tem que mexer no bolso. Tem que ser durante a semana. Tem que ter desobediência civil. Tem que ter greve geral.

Mentor Neto
(Trechos de postagens no Facebook)

2 de dezembro de 2016

NORAH JONES


01 - Don't Know Why - [Come Amay With Me: 2002]
02 - Come Away With Me - [Come Amay With Me: 2002]
03 - Turn Me On - [Come Amay With Me: 2002]
04 - Lonestar - [Come Amay With Me: 2002]
05 - Ruler Of My Heart (com Dirty Dozen Brass Band) - [Come Amay With Me: 2002]
06 - What Am I To You? - [Feels Like Home: 2004]
07 - Be Here To Love Me - [Feels Like Home: 2004]
08 - Creepin' In - [Feels Like Home: 2004]
09 - The Long Way Home - [Feels Like Home: 2004]
10 - The Prettiest Thing - [Feels Like Home: 2004]
11 - Sinkin' Soon - [Not Too Late: 2007]
12 - Until The End - [Not Too Late: 2007]
13 - Thinking About You - [Not Too Late: 2007]
14 - Wake Me Up - [Not Too Late: 2007]
15 - Be My Somebody - [Not Too Late: 2007]
16 - Little Room - [Not Too Late: 2007]
17 - Rosie's Lullaby - [Not Too Late: 2007]
18 - Chasing Pirates - [The Fall: 2009]
19 - Light As A Feather - [The Fall: 2009]
20 - I Wouldn't Need You - [The Fall: 2009]
21 - Stuck - [The Fall: 2009]
22 - Tell Yer Mama - [The Fall: 2009]
23 - Man Of The Hour - [The Fall: 2009]
24 - Jesus Etc. - [The Fall (Live At The Living Room): 2009]
25 - Cry, Cry, Cry - [The Fall (Live At The Living Room): 2009]
26 - Strangers - [The Fall (Live At The Living Room): 2009]
27 - Love Me - [...Featuring: 2010]
28 - Bull Rider - [...Featuring: 2010]
29 - Little Lou, Prophet Jack, Ugly John - [...Featuring: 2010]
30 - Here We Go Again - [...Featuring: 2010]
31 - Say Goodbye - [...Little Broken Hearts: 2012]
32 - She's 22 - [...Little Broken Hearts: 2012]
33 - After The Fall - [...Little Broken Hearts: 2012]
34 - 4 Broken Hearts - [...Little Broken Hearts: 2012]
35 - Happy Pills - [...Little Broken Hearts: 2012]
36 - I Don't Wanna Hear Another Sound - [...Little Broken Hearts: 2012]
37 - Out On The Road [Mondo Version] - [...Little Broken Hearts: 2012]
38 - Tragedy - [Day Breaks: 2016]
39 - Carry On - [Day Breaks: 2016]