7 de julho de 2016

EQUIPE

O modelo de equipes, estimulado na Japão, se revelou inviável no UFC de Dana White. "De certa forma, a equipe nos dava certo controle na formação dos cards. Se você tem dois, três campeões, imagine a sua força para negociar. Mas, quando se está sozinho, é um cara contra uma instituição. Eles preferem assim", opina Bebeo Duarte. No UFC atual, o lutador, claro, pode pertencer a uma academia, mas sua comissão técnica normalmente é formada por profissionais de diversos lugares. O enfraquecimento das equipes, em especial das brasileiras, não se explica apenas pelo modelo do UFC - ele simplesmente lançou novos elementos para agravar as divergências internas. Os lutadores queriam mais independência para escolher sua equipe e negociar os contratos.


Fellipe Awi (Filho Teu Não Foge à Luta; págs: 249 e 250)

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