10 de março de 2016

A MORTE COMO MÃE DA BELEZA E DO RIDÍCULO

Pois a conscientização da nossa mortalidade pode enriquecer nosso amor pela vida sem fazer da morte - a nossa morte - algo aceitável. Olhar a morte nos olhos pode fazer com que a odiemos. E, embora o senso da mortalidade possa ser a mãe da beleza, a moldura do quadro e até mesmo a gema do ovo, pode fazer do nosso trabalho e dos nossos dias objetos do ridículo.


Judith Viorst (Perdas Necessárias; pág: 315)

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