6 de junho de 2013

SENSACIONALISMO

Nesta era de crise econômica, comunicações instantâneas e alienação radical, não faltará quem tente dar aparência de grandeza e sentido a vidas vazias e frustrantes com atos bárbaros em nome do Islã. Ou da civilização Ocidental, no caso de Andreas Breivik e do suicídio na catedral de Notre Dame do direitista Dominique Venner, em protesto contra o casamento homossexual e a imigração. Não há como prever tais ações, ou preveni-las por uma impossível vigilância universal: tratá-las sem sensacionalismo é a melhor maneira de desestimulá-las.


Carta Capital, maio de 2013.


A mídia involuntariamente se tornou uma aliada dos terroristas ao lhes dar a publicidade pela qual pediam: sem propaganda maciça, o terror não consegue se espalhar rapidamente.


Geoffrey Blainey (Uma Breve História do Século XX, pág: 299)

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