1 de julho de 2012

QUESTIONAR-SE

Com o colapso das realidades passadas, questionamos as auto-definições que nos mantiveram até então, descobrimos que tudo está à nossa disposição, questionamos quem somos e o que estamos tentando ser e se nesta nossa vida, a única que temos, nossas realizações e objetivos têm ainda algum valor. Nosso casamento faz sentido? Nosso trabalho vale a pena ser feito? Amadurecemos... ou simplesmente nos acomodamos? As nossas conexões com a família e os amigos são intercâmbios de amor ou dependências desesperadas? Até que ponto desejamos, ou ousamos, ser fortes e livres?


Judith Viorst (Perdas Necessárias; pág: 277)

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